27 Julho 2014

Beleza


Que bom que é, quando alguém nos faz sorrir, quando menos esperamos.
Que bom que é, quando alguém nos faz sorrir, quando estamos tristes, quando temos vontade de chorar e de repente...sorrimos.
Pensemos nisso. Vale a pena investir num sorriso, mas acima de tudo, procurar a beleza de alguém, nos sentimentos que essa pessoa tem e acima de tudo...na capacidade que ela tem de nos fazer sorrir :)



E, para descontrair e "abanar o esqueleto" uma musiquinha :)
Acima de tudo, nunca se esqueçam...OUSEM SER FELIZES!!!

06 Julho 2014

Tristeza

Tristeza é o que a minha alma sente, como uma nuvem negra a invadi-la e a puxa-la para o lado obscuro da vida.

 

08 Junho 2014

Dica do dia

09 Maio 2014

Porque hoje é 6ª feira :)

Está, ainda uma bela tarde de sol, o dia correu bem, fui ao hospital à fisioterapia, antes de sair, desafiei um AMIGO de longa data para irmos almoçar :)
Afinal, a VIDA é para ser vivida, aproveitada, inesperadamente, naquelas alturas sorridentes, naqueles dias plenos de sol e de energia.
Claro que ele não se atreveu a dizer-me que não :)
Combinamos a hora e local e foi mesmo coincidência ou não, pois estava a estacionar o carro e ele a chegar.
Almoçamos, pusemos a conversa em dia e...quando demos conta...a tarde ia a meio.
É assim que eu gosto, do inesperado, da surpresa, da VIDA acontecer e vivermos o momento de Amizade e partilha, sem relógio, sem stress, sem doenças, sem troikas ou impostos, apenas 2 Amigos que se encontram e vivem um momento bonito :)
 Vivam, sorriam, abracem, amem, beijem...e nunca se esqueçam...OUSEM SER FELIZES!!!

 

21 Abril 2014

Não sei quem sou…

(foto de João Parassu)

Neste emaranhado que tem sido a vida, nesta montanha russa de sucessivos eventos menos bons, perdi-me de mim, desencontrei-me da vida.
Quem sou eu?
Para onde vou?
Que destino me espera?
Todos ralham, todos mandam, todos querem algo, e eu?
Onde fico no meu do ruído, das vozes exaltadas, dos pedidos descabidos, dos desmandos, dos retratos desfocados de uma personagem desfocada que não sou eu, mas que insistem em rever-me nela?
De quem é a vida?
De quem é o destino e o caminho?
A minha mente gira a uma velocidade louca, o meu corpo não responde aos meus apelos e desfalece, cansado de tanto lutar contra os químicos, de tanto remar contra as dores, os desconfortos, as infecções, as insónias e tudo o que é oportunista numa situação de cancro.
Não…grito eu…tão alto que parece que a alma me sai pela boca.
Não posso, não quero perder meu norte, meu rumo, minha força, meu destino.
Não posso perder-me de mim, da VIDA, da luta por mim mesma.
Dos desnortes dos outros nada tenho com isso…estou FARTA…CHEGA!!!
Tenho que retomar meu caminho, meu destino, no silêncio de mim mesma, encontrar o meu rumo, sem os ruídos das vozes exteriores, pois elas nada sabem de mim, da minha alma, do meu querer, porque não querem escutar… E, assim, fico-me em silêncio…preciso de silêncio para me ouvir.
Chega de ruídos perturbadores, vozes gritantes que nada dizem… O caminho está à minha espera, o destino está nas minhas mãos, sem retratos desfocados, sem desmandos, sem vozes irritantes, apenas o silêncio me acompanha, o sol me ilumina, a Fé me aquece o coração e a Esperança em dias melhores me dá forças.
A VIDA vive-se com sonhos e esperança e cada um deve viver a sua com um sorriso, com liberdade e responsabilidade, com entre ajuda, amizade, abraços e solidariedade.

24 Março 2014

Despir o preconceito

(imagem retirada do Google)

Estava, na sala de espera, do Hospital de Dia, à espera da minha vez para a consulta de Oncologia e depois o tratamento, quando comecei a conversar com uma senhora que estava sentada ao meu lado.
Conversa daqui, conversa dali, até que tirei o meu chapéu e deixei a minha carequinha de fora.
De imediato, ela perguntou: - não se importa de mostrar a cabeça sem cabelo?
- Claro que não, é algo que não me incomoda nada e só ando de chapéu ou gorro polar porque está muito frio e quando rapei o cabelo, constipei-me. – respondi eu, segura de mim.
- Admiro a sua coragem. – respondeu a senhora.
- Não é uma questão de coragem, é sim assumirmos quem somos e o que temos de menos nesta altura da doença e, acima de tudo, não deixarmos que o cancro nos defina. Ou seja, eu tenho cancro, mas não sou o cancro.
E, continuei: - o preconceito somos nós e depois são os outros, que olham para nós como se fossemos algo esquisito, “coitadinhos”, porque temos cancro, “coitadinhos” porque não temos cabelo, e isso não pode prender-nos e não deixar que não vivamos. Temos que nos adaptar, passamos uma fase em que não somos tão autónomas, em que sofremos, em que sofremos alterações físicas e emocionais, mas continuamos vivas e acima de tudo, temos a OBRIGAÇÃO de continuar a VIVER, a SORRIR, sem o bendito preconceito.
A senhora sorriu e disse-me que eu devia ser uma mulher muito forte, ao que eu lhe respondi: - nada disso, resolvi apenas brincar com o cancro e prometi a mim mesma que ele não levaria a melhor.
Entretanto, reparo que, umas cadeiras ao lado, uma senhora, atenta à conversa e que até então estava enfiada no seu gorro, resolveu, também ela, assumir a sua careca com todo o orgulho e exibi-la sem preconceito.
No entanto, friso que respeito todas as MULHERES que não conseguem mostrar as suas carecas e não conseguem olhar-se ao espelho e verem-se sem cabelo, pois nem todas somos iguais.
Muitas vezes, nem é por elas, é pelos maridos, companheiros e até pelos filhos.
Mas não se esqueçam que LUTAM por ELAS mesmo e não por quem está ao seu lado, pois por muita força que alguém dê (e é sempre bem vinda) a luta é nossa e é por nós que lutamos e devemos VIVER. NUNCA deixemos de VIVER, ACREDITAR e SORRIR, por mais difíceis que sejam os nossos dias.


Esta, sou eu, careca, no dia em que rapei o cabelo, em Dezembro de 2013.
Assumo a minha careca, assumo que tenho cancro, pois não é ele que define quem eu sou.
Não desisti de VIVER, de SONHAR, de AMAR e SORRIR, porque no dia em que o fizer…MORRI
E…já sabem, nunca se esqueçam de…OUSAR SER FELIZES!!!

23 Março 2014

Blogosfera, redes sociais e aniversário!!!

 
Será que permanecer na blogosfera durante 10 anos é muito tempo?
Na era das redes sociais, em que tanta gente, literalmente, abandonou os seus blogues em prol das ditas redes sociais, porquê pernanecer, em algo que parece ultrapassado?
Questionei-me sobre isso, antes de publicar este texto, e a verdade é que as redes sociais, apesar de serem rápidas e virais, não me permitem escrever como quero, o que quero e quando quero.
Opiniões, dirãos vocês...claro que são opiniões, mas colocar um texto de opinião longo, numa rede social, rapidamente será esquecido, ultrapassado, quiça, não será lido?!!!
Por isso, na minha modesta opinião, de quem, respondeu, á 10 anos, ao desafio, do Ailaife Blog, e criou o Pé de Vento, os blogues, terão, sempre, espaço na blogosfera, enquanto os seus autores quiserem e tiverem prazer em partilhar a sua escrita.
Este modesto espaço, faz, hoje, 10 anos.
A sua autora, por muito tem passado.
E muito tem partilhado com quem a lê e nem sempre comenta, mas isso não lhe interessa.
Escreve porque lhe dá prazer, partilha porque gosta, e só partilha o que lhe interessa partilhar. Escreve no português sem acordo ortográfico, porque o espaço é seu e no seu espaço, faz o que quer e como quer e só entra quem vem por bem.
Tem AMIGOS de longa data que a acompanham nestas lidas, e só não os enumera a todos, porque a sua memória pode traí-la e esquecer alguém, mas eles sabem quem são.
Estará por cá, enquanto lhe apetecer e lhe der prazer esta partilha.
Sejam servidos de uma fatia de bolo, não tenham medo de visitar este cantinho, pois é tão somente uma brisa que sopra do coração.
E, não se esqueçam...OUSEM SER FELIZES!!!

04 Março 2014

Somos um povo ignorante?!


Em Dezembro de 2013, a dívida atingiu os 213.390 milhões de euros ou 129% do Produto Interno Bruto (PIB).
O rácio da dívida pública em percentagem do PIB tem vindo a aumentar ao longo dos últimos anos e passou de 108,3% em 2011, para 124,1% em 2012 e 129% em 2013.
Eu, que nada percebo destes assuntos e fui buscar estes dados ao Banco de Portugal, questiono-me, perante estes números, se estamos, realmente, melhores, financeiramente e a recuperar a economia do país? Há mais desemprego, emigração, cortes salariais e das pensões insuportáveis, há fome, miséria, gente a dormir na rua porque perdeu suas casas em consequência de ter perdido seu emprego, afinal, como estamos a recuperar?
Somos um povo ignorante, ou não sabemos fazer contas, ou ainda pior, não sabemos “governar” e “esticar” nosso vencimento e nossa pensão para podermos sobreviver o mês todo?
Pagamos a luz, ou pagamos a água? Compramos os medicamentos que precisamos ou os sapatos para o nosso filho?
Já não há dinheiro para o leite e à noite comesse uma sopa e chega, pois é preciso pagar a renda em atraso.
Revolta, sinto revolta, pois somos um povo demasiado pacífico, que se deixa roubar e enganar.
Vejo os seniores sem brilho no olhar, os jovens sem esperança e nós, nem jovens nem seniores…cansados de lutar, cansados de sermos roubados e explorados por este desgoverno, apadrinhado pela mais alta patente do país, que devia defender o povo e não o faz…uma verdadeira vergonha nacional.
O que fazer?
Usar o nosso dever cívico, e já nas próximas eleições europeias, pois a UE também tem a sua quota parte de culpa do que acontece no nosso país e há que ser interventivo e participativo também, no processo europeu.
Entretanto…sorria que…está a ser roubado :)

09 Fevereiro 2014

E eu deixo...


E com isto, não quero dizer que não tenha Esperança, mas sei que seguir em frente é uma certeza :)
E, dancemos, amemos, beijemos, abracemos, curtamos a VIDA no que ela tem de melhor, ao som, desta vez, dos irreverentes The Black Eyed Peas, why not?

03 Fevereiro 2014

A face oculta do cancro da mama…


O cancro da mama não passa somente pela aceitação mais ou menos fácil do seu diagnóstico. Passa também, e é aí que a sua face oculta se começa a revelar, pelo abandono dos maridos, dos companheiros e namorados, quando são confrontados com esse mesmo diagnóstico, deixando suas esposas, companheiras e namoradas sozinhas nesta viagem alucinante de combate ao cancro.
Mas, há outras faces ocultas, o olhar ao espelho a mutilação, a amputação da mama, e quantas vezes, das 2 mamas. Das reconstruções mal feitas, que resultam num desespero psicológico pior do que amputação, para não falar naquelas mulheres em que a reconstrução não é possível, mas que a perseguem como uma tábua de salvação, enterrando-se num desespero psicológico profundo, de onde não conseguem sair.
A incompreensão familiar, que não percebe a fragilidade de quem combate e luta para se salvar do cancro da mama, mas que bem no fundo da sua alma, tem sempre presente que pode sofrer uma recidiva, que pode morrer, que os tratamentos a fragilizam física e mentalmente, e que isso não significa que desiste de lutar, apenas se sente frágil, cansada e que sofre os efeitos secundários, extremamente agressivos dos tratamentos e que muitas vezes, apenas precisa de paz e sossego.
Só quem passa por uma situação como esta, se apercebe destas fragilidades, só quem está a fazer estes tratamentos e tem contacto com outras mulheres na mesma situação, e ouve as suas histórias e vivências bem reais e sofridas, se confronta com a outra face do cancro da mama, que não é um laço cor de rosa, e podem comprová-lo aqui neste link http://obviousmag.org/archives/2012/08/scar_project_-_o_cancer_de_mama_nao_e_uma_fita_rosa.html leiam o artigo, vejam as fotos.
Sejamos corajosas, lutadoras e enfrentemos esta luta com Coragem, Fé e Esperança e falemos do que nos perturba e magoa com frontalidade, pois somos Mulheres de armas, mas que também sofrem e choram e têm direito às suas fragilidades.

19 Janeiro 2014

Família


Qual é a definição de família?
Devo procurar no dicionário, ou seguir o que se diz popularmente?
Cada um tem a família que merece, cada um escolhe a sua família, etc, etc, e por ai fora…
Na realidade, e para o que pretendo, não me interessa muito nem a definição oficial de família, nem o que se diz sobre a família, pois e para além de tudo, a família é o núcleo fundamental e essencial da sociedade e sem ela nada funciona à sua volta.
Mas, passando adiante de qualquer pensamento ou fundamento social ou filosófico, pois não é para aqui chamado, a não ser para dar uma sequência lógica à minha escrita e ao que eu quero transmitir.
Neste momento complicado da minha vida, em que me vejo fragilizada e a “combater” um cancro, é com a Família que conto, esse porto de abrigo acolhedor, esse núcleo onde tudo começa.
Acima de tudo e para além de tudo, tenho que reconhecer a abnegação e o amor incondicional dos meus Pais, que, deixaram a sua vida, o seu lar, as suas rotinas, a sua terra e vieram para minha casa, para a terra onde vivo, para me apoiarem, para cuidarem de mim.
Nunca, ao longo das suas vidas, se demitiram das suas funções e sempre estiveram presentes e agora, já idosos (com 81 e 78) que deveriam ser as filhas a mimá-los, estão a mimar-me e a tratar de mim.
Sinto-me abençoada pela VIDA, por ter Pais assim, de quem muito me orgulho e a quem dedico este pequeno texto.
Família ama e cuida.

11 Janeiro 2014

Quando acordei…


Quando acordei, hoje, fui, agradavelmente, surpreendida com um tabuleiro de pequeno almoço que, tive que esfregar os olhos, voltar a fechá-los e abri-los novamente, para perceber se estava acordada ou a sonhar.
Mas, de repente, dou contigo a sorrir aos pés da cama.
Claro, a dorminhoca, esqueceu-se, completamente da hora do pequeno almoço.
- Então, princesa – dizes tu, a sorrir – vamos lá a comer, pois já passaram os 30 minutos desde que fizeste a tua medicação e tens que te alimentar.
- És um anjo na minha vida – respondo eu – chega cá para te dar um beijo.
Sento-me na cama e delicio-me com um belíssimo pequeno almoço, preparado com o carinho que, só quem ama e cuida sabe fazer.
Continuas sentado na beira da cama a sorrir, e vês-me devorar a comida com satisfação, pois sabes que, apesar dos enjoos, provocados pelos tratamentos, tenho apetite e preciso de me alimentar.
- Estava uma delícia – dirigindo-me a ti – comi tudo, obrigada.
- Mas, sabes, hoje acordei com uma vontade estranha – e ri.
- O que foi agora? – respondes tu, em sobressalto.
- Hoje acordei com vontade de dançar. – e rio.
- Olha, olha – e soltas uma gargalhada cristalina – e o que queres dançar?
Salto da cama, calço as pantufas, visto o robe, não quero saber de mais nada, o dia é nosso, o tempo é nosso.
Estendo-te a mão e digo-te: - vem comigo até à sala, não interessa a música, vem comigo dançar, o que a rádio ou o cd tocar está bom para mim, pois só me apetece dançar contigo.
Descemos os dois de mãos dadas e fomos dançar…o tempo é nosso, a música é nossa.

01 Janeiro 2014

300 Caracteres


Quando começamos a escrever, não escrevemos com a intenção de contar as palavras ou as letras, escrevemos porque nos apetece e terminamos quando nos apetece.
Condicionados, sentimo-nos presos às palavras, à contagem, e ficamos com a inspiração presa e começa a penosa subida da montanha de nós mesmos, até atingirmos o cume da suprema inspiração.
Quando chegamos ao topo, estamos exaustos, e podemos ter produzido algo fantástico ou simplesmente fracassado na nossa intenção.
Aí teremos que recomeçar todo o processo novamente, ou simplesmente, abandonamo-nos ao cansaço e esperamos por dias melhores.
O vale verdejante, avistado no topo da montanha aguarda por nós...
Recomeçamos?
Descansamos?
As letras, as palavras sussurram ao nosso ouvido, a mão treme...
Pegamos na caneta e no papel?
Ligamos o portátil?
Estamos no topo da montanha, não temos nada disso ao nosso dispor, o que fazemos?
A inspiração é mais forte que nós e toma o controlo, assim como os 300 caracteres tomam o controlo deste texto, que andando às voltas, não sabe se quer chegar a algum lado.
Retomamos o fôlego, a inspiração é um apelo forte de mais, é impossível resistir-lhe.
Descemos a montanha, com a alma cheia, cheia de sonhos, cheia de letras, de palavras, de novas cores, cheiros, locais que, desesperadamente, precisam de preencher as folhas em branco, precisam de relatar as vivências, os amores, as alegrias, os desencontros, as viagens e assim soltar, sem contar os caracteres, todas as inspirações aprisionadas nas almas daqueles que sonham e escrevem.
Os 300 caracteres perdem-se na inspiração e nunca mais se encontram, a não ser com muitos outros 300 caracteres que contam muitas outras histórias.

27 Dezembro 2013

Não é fácil…

Não é fácil viver o dia a dia dos efeitos secundários da quimioterapia, por mais força e animo que tenhamos. São debilitantes, deixam-nos sem forças e levam-nos à cama e ao repouso.
A verdade é que não somos feitas/os de ferro para podermos aguentar tudo com um sorriso, como se nada se passasse connosco, somos seres humanos e como tal, sofremos os efeitos dos químicos.
Isto não quer dizer que tenhamos perdido a força e a vontade de lutar, apenas que ficamos, fisicamente, muito fragilizados, que necessitamos “escutar” nosso corpo, descansar e fazer tudo o que é preciso para que, entre as sessões de quimioterapia, ele recupere.
Alimentação saudável e equilibrada, caminhadas curtas ou longas (depende de cada um) boas noites de sono, são factores fundamentais para um equilíbrio saudável do corpo.
Outro factor fundamental neste processo todo é termos uma postura mental saudável, forte e não permitirmos que o pessimismo se instale.
Fé, Esperança, Força, Vontade de nos curarmos, apoio da Família são essenciais. Partilha do que sentimos, do que nos preocupa e aflige, do que nos dói, só assim, os que nos rodeiam nos podem ajudar e acompanhar.
Não é vergonha pedir ajuda, se não conseguimos enfrentar o cancro sozinhos, não é vergonha estarmos carecas, sem uma mama, termos dores, chorarmos, sentirmo-nos frágeis, ou não conseguirmos fazer o que fazíamos antes.
Tudo é temporário, tudo passa, temos que ter um ÚNICO OBJECTIVO…A CURA.
Não tenho vergonha de dizer e assumir que tenho uma FÉ inabalável em DEUS, e que essa Fé me guia e ilumina meus dias neste processo todo.
Tenho FORÇA para lutar e vencer o cancro, ESPERANÇA em dias melhores e um dia destes, quando der conta, ele já foi embora e acabou…
Até lá, mesmo não sendo fácil, não desistamos de lutar, mesmo com dias muito difíceis, em que não apetece sair da cama.
Afinal, somos e seremos LUTADORAS e CARECAS POWER e um dia diremos: EU VENCI!!!
FELIZ 2014 para todos e…OUSEM SER FELIZES!!!

17 Dezembro 2013

Votos, Natal e Metas

Na inocência deste bebé, nos revemos na nossa infância distante, em que colocávamos o sapatinho debaixo da árvore de Natal e acreditávamos na vinda do Pai Natal, com o saco cheio de prendas e ansiosos, sonhávamos com aquele presente especial, que esperávamos que ele trouxesse.


Hoje, adultos, já não esperamos pelo Pai Natal, mas preservamos a tradição pelos filhos pequenos, pelos netos, e esquecemos que o Natal é a celebração do nascimento de Jesus, é a celebração da Família. 
Por isso, aqui vos deixo a minha árvore, como os meus votos, para todos, o meu presente de Natal para todas as Famílias.

 

 Claro que, deixo, também, o meu cartão de Boas Festas, e não posso deixar de desejar 3 coisas fundamentais...Paz, Esperança e Fé.


E, neste Tempo de mudança, traço minhas metas para o Novo Ano, com essa Esperança e Fé, que fazem parte do meu caminho e que desejo para todos os meus AMIGOS e suas Famílias. 
Desistir? NUNCA, por mais que as dificuldades apertem. 
Tenhamos todos PAZ, ESPERANÇA e FÉ.


Vemo-nos por ai e atenção aos doces e rabanadas :):)

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