11 novembro 2017

Em paz…


Às vezes, precisamos de um pouco de Paz e sossego, depois de termos passado momentos ou situações menos boas nas nossas VIDAS, pois nossas forças físicas e emocionais esgotam-se.
Nada melhor que, fazermos um saco de viagem (já com hotel e destino marcado) e partirmos para um fim de semana só para nós.
Esvaziar a mente, relaxar o corpo, deixar correr o Tempo, deitar fora as mazelas que só o Tempo pode curar e aproveitar o local escolhido para interiorizarmos essa Paz, essa Serenidade, que sempre esteve dentro de nós, mas que as vivências menos agradáveis, as sufocaram, as colocaram fora do sitio. Passear a pé, saboreando os raios solares, tirar fotos, dedicarmo-nos a leitura salutar e até ir à feira local (como fui hoje) e me diverti imenso, faz um bem imenso ao Espirito e sentimo-nos renovados e questionamos: onde estão os problemas e as aflições que me trouxeram até aqui?
Estou num local que adoro, que me traz uma Paz de Espirito incrível, num hotel fantástico, Inatel Cerveira Hotel, com um serviço maravilhoso e um restaurante, uiiiii…onde a gastronomia é de nos perdermos…
Problemas e situações desagradáveis, iremos ter sempre, ao longo da nossa VIDA, mas se podermos, de vez em quando, tirar um pouco de Tempo para nós mesmos e para fazermos um refresh à mente e ao corpo, só “lucraremos” com tal e enfrentaremos a VIDA com um sorriso e mais Força, Animo e Alegria.
E, não se esqueçam…OUSEM SER FELIZES!!!

05 outubro 2017

Saudades


Hoje é o teu Aniversário, e mesmo já não estando entre nós, quero dar-te os Parabéns e dizer-te que a dor da tua partida vai sendo um pouquinho menor, mas as saudades são imensas.
Tenho saudades das tuas rabugices, das nossas conversas, de tirares os nossos cafés após o almoço, fazeres a lista das compras, e tantas outras coisas a que nos habituastes ao longo dos anos.
Sei que estás bem, afinal regressaste à Pátria Espiritual e acabaram teus sofrimentos aqui na Terra, por isso a dor da perda se vai diluindo com o Tempo, ficando aquela Saudade do Pai que eras, atento e preocupado com tuas filhas, desejando o melhor para elas.
Obrigada por teres sido um bom Pai e onde estiveres, que Deus vele e cuide de ti e, já agora, se estivesses por cá, completavas 85 belos anos.
Parabéns e um enorme xi coração cheio de saudades, da tua filha que te ama e um dia, nos iremos abraçar e ver novamente.

17 julho 2017

Desalinho

(foto retirada da net)

Em desalinho ficaram
Os lençóis brancos
Em desalinho ficaram
Nossos corpos desnudados
Em desalinho ficou
Meu coração acelerado
Olhei para ti
Olhos nos olhos
Alma na alma
E em desalinho
Tua alma ficou
Corpos entrelaçados
Almas desalinhadas

angelis

23 março 2017

E passaram 13 anos...


Nesta era das fast food, fast news, entre outras coisas, um blogue que resiste 13 anos é quase um dinossauro extinto.
Mas como gosto de desafios, gosto de remar contra as correntes, não gosto de "seguir as carneiradas", embora goste de experimentar as novas tecnologias e até tenha Facebook, o meu velhinho e resistente blogue, cá se vai mantendo, a maior parte das vezes (diria mesmo que quase na totalidade das vezes) com os artigos sem comentários, mas como isso nunca me incomodou, continuo a escrever quando me apetece e o que me apetece.
Estamos de Parabéns pelos 13 anos na blogosfera e como tal, deixamos aqui um bolito de Aniversário, comemorativo desta data, que desejamos partilhar com todos os Amigos que nos acompanham ao longo destes anos: AFlores, Agostinho, Saltapocinhas, entre outros...
Enquanto me der prazer escrever e me apetecer andar por aqui, o Pé de Vento será sempre uma brisa que sopra do coração.

28 janeiro 2017

Imaginação, onde andas e para que te quero?


Confesso que nunca me preocupei com a minha imaginação, pois sempre a tive presente e contei com ela.
Mas, certo dia, pretendendo escrever algo, esperei que ela aparecesse e nada.
Será que adormeceu e se esqueceu que tinha encontro marcado comigo e com a minha escrita?
Será que esqueceu o caminho para minha casa? Mas, já fazia esse caminho há tanto tempo, que estranhei a sua ausência. Liguei-lhe e o seu telemóvel estava desligado.
Comecei a ficar preocupada. A minha imaginação tem sempre o telemóvel ligado algo de estranho se estaria a passar, só podia ser.
Estaria doente? Teria ido viajar sem me avisar? Teria ido visitar algum parente?
Que fazer, perante fenómeno tão estranho e bizarro?
Nunca soube que a imaginação pudesse adoecer, mas mesmo assim, liguei para o Centro de Saúde, da sua área de residência e lá, o seu médico assistente, informou-me que a imaginação não estava doente Sosseguei, pelo menos, doente não estava.
Decidi, então, ligar para o aeroporto, para saber se alguém, de nome imaginação tinha embarcado em algum voo para algum destino, fosse ele qual fosse. Informaram-me que não havia ninguém com esse nome nas listas de passageiros.
Estava cada vez mais intrigada. Não estava doente, não tinha viajado, só me restava ligar ao único parente que eu conhecia, para saber se ela estava lá
Liguei, mas já com o coração apertadinho e muito assustada. O parente da imaginação respondeu-me que não tinha falado com ela e nem sabia dela, já há alguns dias
Entrei em pânico. E agora, o que vai ser de mim? Como vou continuar a escrever sem a minha preciosa imaginação?
De repente, ouço a minha cadela Anita ladrar e acordo meia atordoada.
- Irra Anita, para de ladrar que me acordaste!
E voltei a adormecer.

 angelis
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