12 junho 2010

Blackie

A minha cadela Blackie, foi operada esta semana. Teve que extrair diversos tumores que lhe apareceram ao longo do tempo e se foram desenvolvendo.
Talvez, para quem não tenha animais de estimação, não percebam o sofrimento que é ver o nosso cão ser sujeito a tal.
Passa o dia a dormir, quase não come, mas ainda vai tendo forças para abanar a cauda, quando me chego á sua beira para lhe fazer um miminho, ou dar a medicação.
O pior já passou, e ela está a recuperar bem. Está a fazer medicação (antibiótico e anti inflamatório), mas tem a barriguinha cheia de cortes e pontos e mete dó ela querer mexer-se, querer saltar e correr e não poder.
O meu objectivo, com este artigo, é mostrar que, se temos animais de estimação connosco, devemos tratá-los em condições, alimentá-los, vaciná-los, acarinhá-los e cuidar deles quando estão doentes, pois não são um brinquedo que se deita fora, quando estamos fartos deles ou nos dão trabalho extra quando adoecem.
A Blackie é uma lutadora, pois foi abandonada, ainda pequenina, foi recolhida da rua e voltou a confiar no ser humano, voltou a abanar a cauda de felicidade, porque alguém a acarinhou.
Que melhor e maior exemplo de amor incondicional podemos ter? E ainda dizem que são irracionais!!!!!
E, digo bem alto...sem vergonha...O MEU ANIMAL DE ESTIMAÇÃO FAZ PARTE DA FAMILIA.

04 junho 2010

As crianças e as dificuldades de aprendizagem

A educação nem sempre é composta somente de sucessos e aprovações.

É importante que todos os envolvidos no processo educativo estejam atentos a essas dificuldades, observando se são momentâneas ou se persistem por algum tempo.
As dificuldades podem advir de factores orgânicos ou mesmo emocionais e é importante que sejam descobertas a fim de auxiliar a resolver e facilitar o desenvolvimento do processo educativo, percebendo a que factores estão associadas e como podemos ajudar a criança.
O termo “Dificuldades de Aprendizagem” refere-se a um grupo de perturbações, manifestadas por dificuldades significativas na aquisição e uso da compreensão auditiva, fala, leitura, escrita, raciocínio ou habilidades matemáticas. Estas dificuldades são intrínsecas, presumivelmente devem-se a disfunções do sistema nervoso central, e podem ocorrer ao longo da vida.

Algumas dificuldades de aprendizagem são:

Hiperactividade
A hiperactividade é um problema de ordem neurológica, que trás consigo sinais evidentes de inquietude, desatenção, falta de concentração e impulsividade.

Dislexia
A dislexia é uma perturbação da linguagem que se manifesta na dificuldade de aprendizagem da leitura e da escrita, isto é, na dificuldade de distinção ou memorização de letras ou grupos de letras, e problemas de ordenação, ritmo e estruturação das frases, afectando tanto a leitura como a escrita.

Disortografia
A disortografia constitui uma dificuldade da escrita, que pode manifestar-se independentemente de haver ou não alterações na leitura. Muitas vezes constitui-se como um conjunto de erros da escrita, feitos de forma sistemática, que afectam a palavra mas não o seu traçado ou grafia e que podem provocar a total ilegibilidade dos escritos.

Disgrafia
A disgrafia é uma alteração da escrita que a afecta na forma ou no significado, sendo do tipo funcional. Há uma perturbação na componente motora do acto de escrever, provocando compressão e cansaço muscular, que por sua vez são responsáveis por uma caligrafia deficiente, com letras pouco diferenciadas, mal elaboradas e mal proporcionadas.

Discalculia
Discalculia é um transtorno adquirido da habilidade para realizar operações matemáticas, depois de estas se terem desenvolvido e consolidado. Encontra-se sobretudo em crianças, é de carácter evolutivo ou desenvolvimental, não resulta de uma lesão e associa-se sobretudo a dificuldades de matemática.

A influências das causas emocionais
Hoje em dia é muito comum vermos crianças e adolescentes sendo rotulados com estas patologias apenas porque apresentam alguma agitação, nervosismo e inquietação, factores que podem advir de causas emocionais. É por isso muito importante que o diagnóstico seja feito por um profissional capacitados e que o “rótulo” não seja utilizado, quer tenha ou não fundamento.
Os professores são sem dúvida profissionais muito importantes no processo de identificação e descoberta destes problemas, porém não possuem formação específica para fazer tais diagnósticos, que devem ser feitos por médicos especialistas ou psicólogos. Há que saber determinar as causas por detrás dos problemas de aprendizagem. Depois há que ter as ferramentas correctas para corrigir essas causas. Se existe dificuldade em aprender, há que determinar exactamente as razões pelas quais isso acontece. Só depois se pode fazer algo para resolver a situação.

Desmotivação e frustração
Crianças com dificuldades de aprendizagem geralmente apresentam desmotivação e incómodo com as tarefas escolares gerados por um sentimento de incapacidade, que leva à frustração. É fundamental valorizar o que a criança sabe para fortalecer sua auto-estima, mostrando-lhe o quanto ela é boa em tarefas nas quais tem habilidade e incentivando-a a desenvolver outras tarefas nas quais não é tão boa.
Criar um ambiente adequado para que a criança desenvolva o estudo e estabelecer limite de horários para a realização das tarefas é também muito importante. As causas variam muito de pessoa para pessoa e de situação para situação. No entanto hoje em dia já se sabe bastante acerca destas e de outras patologias, suas causas e soluções apesar de ainda muito pouco faladas.

(fonte: http://familia.sapo.pt/crianca/educacao/mae_ideal/1005238.html )

24 maio 2010

Qual dos quatro elementos é o seu?



Faça este teste e descubra
Afinal, psicologicamente, é mais Terra, Ar, Fogo ou Água?
E será que o seu elemento corresponde exactamente ao do seu signo astrológico?
Responda às perguntas que se seguem e descubra se o elemento do seu perfil psicológico é coincidente com o do seu signo do Zodíaco. Em muitos casos, regista-se efectivamente uma sintonia. Mas nem sempre é assim...

16 maio 2010

O que é feito da infância?


Trocaram o baloiço de pneu pelo computador. As brincadeiras na rua pelas conversas ao telemóvel.

As crianças de hoje parecem afastadas dos propósitos da infância. Devemos preocupar-nos? Ao sábado de manhã, João, 4 anos, tem o seu ritual bem estudado. Acorda sozinho, dirige-se à sala, liga o DVD, coloca o seu filme preferido no aparelho, acende a televisão e senta-se confortavelmente no sofá. Quando o leitor de DVD chegou a casa, foi a irmã, Ana, 11 anos, que o ligou à televisão e sintonizou o respectivo canal, mesmo antes que os pais descobrissem as instruções em português.

Situações iguais ou semelhantes a estas surpreendem-nos todos os dias. As crianças de hoje parecem dotadas de capacidades que antes não estavam, supostamente, relacionadas com a infância e, ao mesmo tempo, parece que perderam outras que sempre estiveram associadas aos mais novos. As novas tecnologias, os ritmos loucos do dia-a-dia, o acesso fácil a todo o tipo de informação, o excesso de consumo, o medo provocado pela alegada insegurança nas ruas. Todas estas transformações no mundo actual têm, obviamente, influência sobre as crianças. E é habitual ouvir pais, educadores e responsáveis a desabafarem entre suspiros: «As crianças estão a crescer depressa de mais!» Não é essa, no entanto, a opinião da pedopsiquiatra Ana Vasconcelos: «As crianças não estão a crescer depressa de mais. Estão a crescer em conformidade com a vida que os pais têm. O bicho homem tem a capacidade de se adaptar e é isso que está a acontecer.»

Para Ana Vasconcelos, «a infância não está assim tão diferente do que era, se tivermos em conta as características do nosso mundo, que são muito peculiares». Uma dessas características é a massificação. «Os miúdos que hoje me aparecem nas consultas são crianças para quem a massificação não resulta. Neste momento, generalizam-se demasiado as coisas e acaba-se com a individualidade de cada um.» Ana Vasconcelos sugere, por isso, que os «pais questionem mais as suas situações» e, sobretudo, que não generalizem. «É preciso que cuidem do seu jardim, antes de olharem para o do vizinho. Os pais não têm assim tantos filhos que precisem de generalizar. Podem, em vez disso, partir do individual para o geral.» «As crianças nascem sempre preparadas da mesma maneira e, se há uma área que está em défice, elas tendem a procurar o equilíbrio dessa área», afirma Joana Fernandes, assessora do primeiro ciclo do ensino básico.

Num mundo dominado por muita tecnologia e inúmeras solicitações, onde poderão as crianças procurar o equilíbrio? «Tenho notado uma predisposição e uma abertura das crianças pequenas para uma linguagem mais simbólica», refere a professora, destacando a receptividade para o desenvolvimento da componente espiritual e do sentido da vida. «E isto não tem nada a ver com religiões, tem simplesmente a ver com aquilo que é a natureza e com os ritmos naturais», explica. O paradoxo é que num ambiente com tantas solicitações e controlo, as ausências também são muitas. Na opinião de Joana Fernandes, os adultos estão ausentes para além da ausência física:
«Aquilo que toda a criança precisa, em qualquer época, é de referências claras, sejam elas quais forem. Para isso, o adulto tem de fazer o exercício da sua autoridade e daquilo que representa, para que se constituam referências», afirma, sublinhando: «As crianças precisam de saber quem é o adulto.»

Texto de Patrícia Lamúrias/Revista Pais & Filhos

05 maio 2010

Existe melhor definição para Amiga??!!



Afinal a "dita cuja" é a pior inimiga das mulheres e Amiga que se preze, afasta-nos dos nossos piores inimigos, ou não?
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