21 dezembro 2009

Feliz Natal


A Árvore de Natal já está feita? Espero que sim e que brilhe muito e que os presentes de Natal não faltem.


Não se esqueceram de escrever ao Pai Natal, pois não? É que sem cartinha a pedir prendinhas, o sapatinho pode ficar vazio.


Indispensável, e não pode faltar, ao pé da árvore ou em outro local…o presépio, celebrando o nascimento de Cristo.
Mas acima de tudo, que esta época e todos os dias do ano, vos tragam PAZ, HARMONIA, FELICIDADE, PERDÃO, SOLIDARIEDADE e SAÚDE para todos vós, familiares, amigos e colegas de trabalho.


Um Santo e Feliz Natal e um Novo Ano pleno de realizações pessoais e profissionais, são os meus sinceros e singelos votos.

18 dezembro 2009

Árvore de Natal



Antecedentes
A Árvore de Natal é um pinheiro ou abeto, enfeitado e iluminado, especialmente nas casas particulares, na noite de Natal.

A tradição da Árvore de Natal tem raízes muito mais longínquas do que o próprio Natal.

Os romanos enfeitavam árvores em honra de Saturno, deus da agricultura, mais ou menos na mesma época em que hoje preparamos a Árvore de Natal. Os egípcios traziam galhos verdes de palmeiras para dentro de suas casas no dia mais curto do ano (que é em Dezembro), como símbolo de triunfo da vida sobre a morte. Nas culturas célticas, os druidas tinham o costume de decorar velhos carvalhos com maças douradas para festividades também celebradas na mesma época do ano.

Segundo a tradição, S. Bonifácio, no século VII, pregava na Turíngia (uma região da Alemanha) e usava o perfil triangular dos abetos com símbolo da Santíssima Trindade (Pai, Filho e Espírito Santo). Assim, o carvalho, até então considerado como símbolo divino, foi substituído pelo triangular abeto.

Na Europa Central, no século XII, penduravam-se árvores com o ápice para baixo em resultado da mesma simbologia triangular da Santíssima Trindade.

Árvore de Natal como hoje a conhecemos
A primeira referência a uma “Árvore de Natal” surgiu no século XVI e foi nesta altura que ela se vulgarizou na Europa Central, há notícias de árvores de Natal na Lituânia em 1510.

Diz-se que foi Lutero (1483-1546), autor da reforma protestante, que após um passeio, pela floresta no Inverno, numa noite de céu limpo e de estrelas brilhantes trouxe essa imagem à família sob a forma de Árvore de Natal, com uma estrela brilhante no topo e decorada com velas, isto porque para ele o céu devia ter estado assim no dia do nascimento do Menino Jesus.

O costume começou a enraizar-se. Na Alemanha, as famílias, ricas e pobres, decoravam as suas árvores com frutos, doces e flores de papel (as flores vermelhas representavam o conhecimento e as brancas representavam a inocência). Isto permitiu que surgisse uma indústria de decorações de Natal, em que a Turíngia se especializou.

No início do século XVII, a Grã-Bretanha começou a importar da Alemanha a tradição da Árvore de Natal pelas mãos dos monarcas de Hannover. Contudo a tradição só se consolidou nas Ilhas Britânicas após a publicação pela “Illustrated London News”, de uma imagem da Rainha Vitória e Alberto com os seus filhos, junto à Árvore de Natal no castelo de Windsor, no Natal de 1846.

Esta tradição espalhou-se por toda a Europa e chegou aos EUA aquando da guerra da independência pelas mãos dos soldados alemães. A tradição não se consolidou uniformemente dada a divergência de povos e culturas. Contudo, em 1856, a Casa Branca foi enfeitada com uma árvore de Natal e a tradição mantém-se desde 1923.

Árvore de Natal em Portugal
Como o uso da árvore de Natal tem origem pagã, este predomina nos países nórdicos e no mundo anglo-saxónico. Nos países católicos, como Portugal, a tradição da árvore de Natal foi surgindo pouco a pouco ao lado dos já tradicionais presépios.

Contudo, em Portugal, a aceitação da Árvore de Natal é recente quando comparada com os restantes países. Assim, entre nós, o presépio foi durante muito tempo a única decoração de Natal.

Até aos anos 50, a Árvore de Natal era até algo mal visto nas cidades e nos campos era pura e simplesmente ignorada. Contudo, hoje em dia, a Árvore de Natal já faz parte da tradição natalícia portuguesa e já todos se renderam aos Pinheirinhos de Natal!

14 dezembro 2009

Presépio de Natal

(imagem retirada da internet)

Significado do presépio de Natal
O presépio é uma montagem com peças, que faz referência ao momento do nascimento de Jesus Cristo. Com o menino Jesus na manjedoura ao centro, o presépio apresenta o local e os personagens bíblicos que estavam presentes neste importante momento cristão.

Origem do presépio de Natal
De acordo com fontes históricas, o primeiro presépio foi montado por São Francisco de Assis no Natal de 1223. O frade católico, montou o presépio em argila na floresta de Greccio (comuna italiana da região do Lácio). Sua ideia era montar o presépio para explicar às pessoas mais simples o significado e como foi o nascimento de Jesus Cristo.
No século XVIII, a tradição de montar o presépio, dentro das casas das famílias, popularizou-se pela Europa e, logo de seguida, por outras regiões do mundo.

Tradição da montagem do presépio
É tradição em várias regiões do mundo a montagem do presépio na época de Natal. Os presépios podem variar em tamanho e materiais usados. Existem presépios minúsculos e outros em tamanho real. As peças podem ser feitas de madeira, argila, metal ou outros materiais. O mais comum, actualmente, é a montagem dentro das casas das famílias cristãs. Porém, encontramos também presépios em lojas, empresas, praças, escolas e outros locais públicos.

Peças do presépio (personagens representados)
- Menino Jesus (filho de Deus e o Salvador)
- Virgem Maria (mãe de Jesus Cristo)
- José (pai de Jesus Cristo)
- Manjedoura com palhas num curral (local onde nasceu Jesus)
- Burro e Boi ou ovelhas (animais do curral, representam a simplicidade do local onde Jesus nasceu)
- Anjos (responsáveis por anunciar a chegada de Jesus)
- Estrela de Belém (orientou os reis Magos quando Jesus nasceu)
- Pastores (representam a simplicidade das pessoas do local em que Jesus nasceu)
- Reis Magos (Melchior, Baltazar e Gaspar)

(texto retirado da internet)

05 dezembro 2009

Histeria



Hoje é o 5º dia do mês de Dezembro de 2009 e a histeria deste mês já se começou a sentir no final do mês passado.
Que se passa connosco? Que se passa com os homens e mulheres de hoje?
Cheira a Natal e entra-se em histeria compulsiva!!! Comprar…comprar…gastar…gastar…tenhamos ou não recursos, compramos, possamos ou não, gastamos…no que precisamos e no que não serve para nada.
Brilha, é para comprar, está em promoção é para adquirir.
Onde está o verdadeiro espírito natalício? Para onde foi a compaixão, a boa vontade, o olhar atento para o que nos rodeia?
Natal é sempre que um Homem quiser…mas pelo calendário, está definido que seja a 25 de Dezembro, onde em todos os lares do Mundo (pelo menos nos lares cristãos) se deveria festejar o nascimento de Cristo, mas em vez disso, festejam-se as prendas mais caras, mais sofisticadas e menos necessárias.
Reparamos no que o pai, o tio, o primo receberam e que (na nossa perspectiva egoísta) é melhor do que nós recebemos.
E o AMOR, a PARTILHA, o ENTENDIMENTO onde ficaram????
Critica eu?!! Amarga?!!!
Nem pensar…apenas realista, apenas atenta a uma realidade que em nada dignifica a Sociedade actual, a Familia e o Ser Humano.
Celebremos a AMIZADE, a FRATERNIDADE, a COMPAIXÃO e nessa histeria desenfreada, que haja espaço para a SOLIDARIEDADE, o PERDÃO e algum tempo e uns poucos euros para quem necessita e não sabe o que é o Natal.
Um pequeno gesto não custa nada. Darmos um pouco, uma peça de roupa esquecida no fundo do armário (e que não vestimos há imenso tempo e nem gostamos), um bem alimentar essencial (1kg de arroz, 1 litro de leite, etc), para que o Natal chegue a eles também, aos nossos irmãos mais desfavorecidos.
Utópica??!! Talvez, mas não é impossível deixarmos de lado um pouco do nosso egoísmo e ajudarmos.
Pensem nisso, e…OUSEM SER FELIZES!!!

Caminhos cansados…

(foto retirada da net) Será que podemos dizer que trilhamos caminhos cansados? Ou será que somos nós que estamos cansados dos caminhos que t...