29 setembro 2010

Oficialmente…concluídos!!!

(foto de João Parassu)

Terminou, hoje, 1 longo e tortuoso ano de tratamentos intensos, dolorosos e com efeitos secundários extremamente adversos.
Terminou, hoje, 1 longo e difícil ano de consultas, análises, exames, dores, cansaço extremo e outras coisas que nem vale a pena mencionar aqui.
Hoje, 1 ano depois de iniciar esta dolorosa jornada, estou, oficialmente, liberta dos tratamentos, da medicação e embora ainda faltem os primeiros exames (que serão daqui a 1 mês), e a respectiva consulta, para confirmar a minha cura, eu já me sinto revitalizada, já me sinto curada, já me sinto LIBERTA.
Há que celebrar a VIDA e a dádiva da SAÚDE e aproveitar a oportunidade que tive de me poder tratar e curar e viver o melhor possível.
Tal como diz um querido AMIGO: “…um dia de cada vez, agradecendo a oportunidade de estarmos vivos…”
Agora há que deixar o corpo libertar-se dos químicos, recuperar e claro, cada vez mais…OUSAR SER FELIZ!!!

Até já!!!
Vou celebrar a VIDA, com FÉ e muito AMOR

26 setembro 2010

Queen - The Show Must Go On

Uma excelente semana para todos ao som dos Queen.

E não se esqueçam...OUSEM SER FELIZES!!!

21 setembro 2010

Sessão de autógrafos

A convite da Câmara Municipal de Gondomar e da Biblioteca Municipal, estive presente, no passado dia 11 de Setembro, na IX Feira do Livro de Gondomar, para uma sessão de autógrafos do meu livro "Ventos do Sul"

Na mesa, estive acompanhada pela Drª Otilia, representante da Autarquia, que me apresentou e ao meu livro. Numa amena conversa e troca de opiniões com o público presente, alcançou-se o objectivo da sessão, conhecer a autora e a sua obra.

No final, fui surpreendida, ao ser presenteada com o Coração de Ouro (simbolo de Gondomar) algumas obras publicadas pela Autarquia, assim como recebi das mãos da Associação de Colectividades de Gondomar a sua medalha, da edição deste ano da Feira do Livro.

É assim que se dão a conhecer os novos autores, se divulga a sua obra e se preserva a identidade e cultura de um povo.

14 setembro 2010

Uma experiência socialista... em 1931



Um professor de economia da universidade Texas Tech disse que raramente chumbava um aluno, mas tinha, uma vez, chumbado uma turma inteira.
Esta turma em particular tinha insistido que o socialismo realmente funcionava: ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e "justo".
O professor então disse, "Ok, vamos fazer uma experiência socialista nesta classe.
Ao invés de dinheiro, usaremos as vossas notas dos exames."
Todas as notas seriam concedidas com base na média da turma e, portanto seriam "justas".
Isto quis dizer que todos receberiam as mesmas notas, o que significou que ninguém chumbaria.
Isso também quis dizer, claro, que ninguém receberia 20 valores...
Logo que a média dos primeiros exames foi calculada, todos receberam 12 valores.
Quem estudou com dedicação ficou indignado, pois achou que merecia mais, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado!
Quando o segundo teste foi aplicado, os preguiçosos estudaram ainda menos - eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma.
Aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que também eles se deviam aproveitar da média das notas.
Portanto, agindo contra os seus princípios, eles copiaram os hábitos dos preguiçosos.
O resultado, a segunda média dos testes foi 10.
Ninguém gostou.
Depois do terceiro teste, a média geral foi um 5.
As notas nunca mais voltaram a patamares mais altos, mas as desavenças entre os alunos, procura de culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela turma.
A busca por 'justiça' dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma.
No fim de contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar os outros.
Portanto, todos os alunos chumbaram...
Para sua total surpresa.
O professor explicou que a experiência socialista tinha falhado porque ela era baseada no menor esforço possível da parte de seus participantes.
Preguiça e mágoas foi o seu resultado.
Sempre haveria fracasso na situação a partir da qual a experiência tinha começado.
"Quando a recompensa é grande", disse, o professor, "o esforço pelo sucesso é grande, pelo menos para alguns de nós.
Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros sem o seu consentimento para dar a outros que não lutaram por elas, então o fracasso é inevitável."

O pensamento abaixo foi escrito em 1931.

"É impossível levar o pobre à prosperidade através de leis que punem os ricos pela sua prosperidade.
Por cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa tem de trabalhar recebendo menos.
O governo só pode dar a alguém aquilo que tira de outro alguém.
Quando metade da população descobre de que não precisa de trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a
primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.
É impossível multiplicar riqueza dividindo-a."

Adrian Rogers, 1931

05 setembro 2010

O que te define?


(foto de João Parassu)

Quem és tu? Teu nome, o nome dos teus pais ou tua família não me dizem nada sobre ti. Nada disso te define. Nada disso exprime a tua identidade.
Afinal então, o que te define? O teu emprego? Teu salário? Tuas roupas ou a tendência que tu segues ou deixas de seguir? As músicas que tu ouves? As bebidas que tu bebes ou aquilo que tu comes? O clube pelo qual torces? Teus amigos? A escola onde estudaste ou o curso que fizeste? Tua religião? Tua igreja ou teu pastor?
Qual é a tua paixão? O que te empolga? O que te faz levantar da cama dia após dia? O que amas? Quem amas?
Quantas palavras são necessárias para te descrever?
Com quantas palavras as pessoas te descrevem?
Todo mundo segue um (ou vários) modelo(s). Existe um “ismo” para cada pessoa – Do materialismo ao panteísmo. Qual é o teu? E, mais importante, para onde esse “ismo” está levando a tua vida?

Pensa nisso…

"O que nos define não são nossas habilidades, mas sim nossas escolhas"

"Tudo que dissemos hoje, não vão passar de palavras, em breve o tempo há de apagá-las, e no amanha não nos lembraremos. Mas o que hoje fazemos aqui, isso sim sobreviverá ao tempo e aos Séculos" Abraham Lincoln

01 setembro 2010

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