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02 dezembro 2025

Talvez um dia…


(imagem retirada da net)


Talvez um dia fale de tudo o que me vai na alma, o que me me cansa física e mentalmente, o que me desgasta o espirito, me leva ao cansaço e a quase desistir de tudo.

Não, não penso em suicídio, longe disso, sou, absolutamente, contra o suicídio…mas…estou num caminho que escolhi, que tenho plena consciência que era o caminho que tinha que ser trilhado por mim e que se não o escolhesse, que se o renegasse, seria renegar a minha alma.

É fácil? Nada disso, é um caminho tortuoso, pleno de sacrifícios e, extremamente solitário, pois quando família e amigos sabem…simplesmente esquecem que existimos.

Não sou vitima, não me faço de vitima, e NUNCA serei vitima do caminho que escolhi percorrer, e, talvez um dia, fale das escolhas que fiz.

Porque, ser cuidadora 24h…é e será sempre, uma escolha feita de AMOR e por AMOR!!!

angelis

 

02 fevereiro 2025

Pensamento do dia...


Quando nos escolhemos, conseguimos SER, VER, SENTIR e o Mundo á nossa volta torna-se mais leve, mais tolerável e a caminhada menos pesada.
Por isso, e porque, quando dermos conta, a VIDA já passou, não deixemos de nos ESCOLHER e, sempre, mas sempre...OUSEMOS SER FELIZES!!!


 


 

06 outubro 2024

Reencontros ou…partidas da vida?





 

(foto de Álvaro Rocho)


Há uns dias, reencontrei alguém que não via há 18 anos…

Fiquei admirada, pois não esperava esta surpresa da vida, e muitas vezes a vida surpreende-nos quando menos esperamos.

No início pensei, não pode ser, será? Mas a verdade é que era mesmo a pessoa que eu não via, nem sabia de nada há tanto tempo.

A verdade é que a vida tem destas coisas, ao virar da esquina traz-nos surpresas inesperadas, pessoas do nosso passado, reencontros que pensávamos nunca mais acontecerem e afinal, estavam ali, ao alcance de nós.

Se fiquei surpreendida?

Claro que sim!!!

Se abracei com sinceridade esse reencontro?

Claro que sim!!!

Pois nesta vida não há acasos, como tal, “bora lá” viver a vida e…

OUSEMOS SER FELIZES!!!

angelis

13 maio 2024

Como gostaria…


 

Como gostaria que só houvessem dias de sol, risos e gargalhadas, abraços sentidos e muita alegria.

Como gostaria que a chuva varresse o mal da alma, limpasse a sujidade do mundo e lavasse os homens das suas loucuras.

Como gostaria que a tristeza e o cansaço tirassem férias permanentes e fossem habitar um planeta distante e nunca mais nos batesse á porta.

Como gostaria que os ventos fortes levassem a guerra, a fome, a dor e nunca mais voltassem a habitar a alma da gente.

Gostaria que tanta coisa fosse diferente, mas será que a Humanidade também o quer e deseja?

Olho para o mundo atual e vejo o que não quero, sinto o que não quero e dói-me a alma por todos nós, pobres de espírito que pensamos que a Terra é nossa e a podemos destruir, que os outros são seres descartáveis que podemos matar a nosso belo prazer.

A nossa passagem por este planeta é curta, como tal, porque não amar, perdoar, construir, abraçar e ter dias imensos de sol?

Como gostaria que fossemos menos egoístas, pois todas as vidas importam…

25 outubro 2023

Hoje eu adotei um humano...


Partiu meu coração vê-lo tão sozinho e confuso. De repente vi os seus olhos lacrimejantes enquanto ele olhava para os meus. Então lati com todas as minhas forças e fui atrás dele, seguindo de casa em casa.
Finalmente, cheguei perto o suficiente para tocar na mão dele com o meu nariz. O homem sorriu e eu senti o seu coração começar a aquecer. Aproximei-me do rosto dele e senti as suas lágrimas começarem a escorrer. Olhei para ele e ele respondeu com um lindo sorriso.
Eu saltei para o colo dele animado, prometendo que eu ficaria bem, que eu o amaria para sempre, e que eu nunca iria embora. Que sorte ele ter passado por onde eu estava e que nos pudéssemos encontrar. Eu também me senti sortudo.
Já passou tanta gente, mas só ele, só ele, parou olhou para mim. Eu sou feliz por fazer uma escolha e por eu ser capaz de lhe salvar a vida.

Hoje eu adotei um humano.

__**Autor desconhecido**__


 

06 setembro 2023

Mulheres



 Dizem que, a uma certa idade, nós as mulheres nos fazemos invisíveis. Que nossa atuação na cena da vida diminui e que nos tornamos inexistentes para um mundo onde só cabe o impulso dos anos jovens.

Eu não sei se me tornei invisível para o mundo, mas pode ser. Porém, nunca fui tão consciente da minha existência como agora, nunca me senti tão protagonista da minha vida, e nunca desfrutei tanto cada momento da minha existência.

Descobri que não sou uma princesa de contos de fada; descobri o ser humano sensível que sou e também muito forte. Com suas misérias e suas grandezas. Descobri que posso me permitir o luxo de não ser perfeita, de estar cheia de defeitos, de ter fraquezas, de me enganar, de fazer coisas indevidas e de não corresponder às expectativas dos outros.

E apesar disso…

Gostar de mim

Quando me olho no espelho e procuro quem fui… sorrio àquela que sou… Me alegro do caminho andado, assumo minhas contradições. Sinto que devo saudar a jovem que fui com carinho, mas deixá-la de lado porque agora me atrapalha. Seu mundo de ilusões e fantasias, já não me interessa. É bom viver sem ter tantas obrigações. Que bom não sentir um desassossego permanente causado por correr atrás de tantos sonhos.

Blandinne Faustine


28 abril 2023

O que perdi…?


-Olá, então por aqui? – perguntou a M.

Olhei para trás, surpreendida com aquela voz e pergunta.

- Olha quem é ela, ao tempo que não te via. – respondi eu com uma gargalhada.

- O que te traz por cá? E que elegância é esta? – questionou a M.

- Bom, voltei para cá há uns meses, e elegância?! Que queres dizer com isso? Respondi eu admirada com a pergunta.

- Deixa-te de tretas, tu estás muito elegante. Fizeste, regime, foste para o ginásio? O que fizeste para perder peso e estares assim tão magra e elegante? -voltou a insistir a M.

- Caramba, miúda, não podes ver alguém assim como eu. Para te ser honesta, não fiz nada disso. Não fiz dietas, não fui ao ginásio, faço a minha vida normal, apenas caminho muito e desde que voltei para cá, aproveito os bons ares desta terra. – retorqui eu

Já começava a ficar irritada com tanta pergunta sobre a minha perda de peso, como se fosse algo fora de comum. Nunca fui de regimes ou dietas, não gosto de ginásios, por isso, perder peso para mim foi sempre difícil, mas, desde que voltei á minha terra, não sei bem porquê (talvez os bons ares, ou o fato de fazer caminhadas) comecei a perder peso naturalmente.

- Mas, diz-me lá – insistiu a M. – quantos perdeste?

- Que chata me saíste. – respondi eu, enquanto acabávamos de tomar o café.

- Vou responder-te, para ver se acaba a conversa. Perdi 25 kg, satisfeita?

A M. não me chateou mais e continuamos a recordar a nossa infância, e juventude, sem problemas de peso pelo caminho.


 

02 abril 2023

Tu...


Tu foste a minha maior alegria e a minha maior desilusão.

Ainda me lembro, como se fosse hoje, o nosso encontro, o nosso abraço, aquela sensação única de que tinha encontrado a minha alma gémea.

Contigo descobri sensações únicas, descobri o amor, descobri e vivi coisas que nunca tinha vivido. Entreguei-me por inteiro, dei-me a alguém como nunca me tinha dado.

O que vivemos foi único, mas também vivi as maiores desilusões, as maiores sensações de abandono, a traição, e acima de tudo o saber que só eu amei, que foi uma via de sentido único.

Depois deste tempo todo, questiono-me se valeu a pena, se me devia ter entregue assim, se devia ter amado como amei

Talvez sim, talvez não, mas a verdade é que não me arrependo, apesar das lágrimas que chorei, do abandono que senti, das noites de solidão, sempre pensei no que vivi de bom, dos risos, dos abraços, das alegrias partilhadas e foi tudo isso que me fez seguir em frente.

Hoje, não tenho arrependimentos no coração, no entanto, com o conhecimento e a experiência que tenho e transporto, não viveria, novamente, o que vivi contigo.

Porque, tu foste o meu sol, mas também, foste o meu lado negro que me fez sofrer como ninguém.

E, tu, continuas a viver no meu coração, apesar de tudo…


 

23 março 2023

Bem vindo ao século XXI


Bem vindo ao século XXI.

Aqui o sexo é livre e o amor tornou-se um bolso cheio de notas.

Onde perder o telemóvel é pior que perder os teus valores. Onde a moda é fumar e beber e, se não fizeres isto, és "cota".

Onde a casa de banho tornou-se estúdio para fotos e a igreja, o lugar perfeito para check in.

Século XXI, onde homens e mulheres temem uma gravidez muito mais que HIV.

Onde o serviço de entrega de pizzas chega mais rápido que a ambulância.

Onde as pessoas morrem de medo de terroristas e criminosos muito mais do que temem a Deus.

Onde as roupas decidem o valor de uma pessoa e ter dinheiro é mais importante do que ter amigos ou até mesmo família.

Século XXI, onde as crianças são capazes de desistir dos seus pais pelo seu amor virtual.

Onde os pais esquecem de reunir a família à mesa para um jantar harmonioso, conversando sobre o dia a dia pois estão entretidos no seu trabalho ou telemóvel.

Onde homens e mulheres muitas vezes, só querem relações sem obrigações e o seu único "compromisso" é fazer poses para fotos e publicar nas redes sociais jurando amor eterno.

Onde o amor se tornou público ou uma peça de teatro.

Onde o mais popular ou o mais seguido com mais "Gostos" em fotos é aquele que aparenta esbanjar felicidade; aquele que publica fotos em lugares fantásticos e paradisíacos, rodeado por "amizades vazias", com "amores incertos" e "famílias desunidas".

Onde as pessoas se esqueceram de cuidar do espírito, da alma vazia e resolveram cuidar e tatuar os seus corpos.

Onde vale mais uma lipoaspiração para ter o corpo desejado do "mundo artístico" do que um diploma universitário.

Onde uma foto no ginásio tem muito mais "Gostos" que uma foto estudando ou praticando boas ações.

Século XXI, aqui só sobrevives se jogares com a "razão" e és destruído se agires com o teu coração!

@Autor Desconhecido


 

30 janeiro 2023

Flor do Adro


Ao lembrar-me do tão icónico café da minha juventude, as memórias e lembranças misturam-se a uma velocidade impressionante

Na altura em que abriu foi um furor incrível, diferente de tudo o que existia na época e logo se tornou uma referência e reuniu a juventude em alegres convívios

Tal como a placa em sua homenagem diz, muito se viveu no seu interior, sem telemóveis, sem distrações, apenas as gargalhadas, a amizade, os amores e desamores, os olhares, e tudo o que um café e conversas despretensiosas traziam na época

Fiquei triste (embora já não vivesse cá) quando soube que um incêndio destruiu tão popular e diferente café, numa cidade habituada a tudo igual.

Lamento não ter fotos do seu interior, mas tenho, guardado para sempre, o quanto ri, vivi e sorri no seu interior e isso ficará para sempre.

29 outubro 2022

Memórias...


                                                (foto retirada da internet)

Já não me lembrava como era caminhar pelas ruas da minha cidade natal e cruzar-me com pessoas e rostos conhecidos

Memórias assolam-me em catadupa, como se quisessem apoderar-se de mim.

-Olá menina, então por aqui? – pergunta a D…

- Ohhh, por aqui?!! Aos anos que não a via!!! – exclama a B...

E eu, vou respondendo, por um lado, feliz por me reconhecerem, assoberbada por outro, porque reconheço os rostos, mas não me lembro dos nomes…

As ruas, os locais, os cheiros permanecem iguais. As pessoas mais velhas, tal como eu, mas algo mudou…algo não é igual, algo ficou perdido neste tempo todo.

Não se recuperam os anos de ausência, não se preenche o tempo que estivemos vivendo a nossa vida noutros locais, mas…é bom voltar e sentir que somos bem vindos, que nos acolhem com carinho, que ainda nos conhecem e que, apesar de mais de 3 décadas de ausência, as memórias não se perderam naqueles que nos reconhecem e nos acolhem

12 julho 2022

QUANDO A GENTE VAI EMBORA


“A GENTE VAI EMBORA...e fica tudo aí, os planos a longo prazo e as tarefas de casa, as dívidas com o banco, as parcelas do carro novo que a gente comprou pra ter status.

A GENTE VAI EMBORA...sem sequer guardar as comidas na geladeira, tudo apodrece, a roupa fica no varal.

A GENTE VAI EMBORA...se dissolve e some toda a importância que pensávamos que tínhamos, a vida continua, as pessoas superam e seguem suas rotinas normalmente.

A GENTE VAI EMBORA...as brigas, as grosserias, a impaciência, serviram para nos afastar de quem nos trazia felicidade e amor.

A GENTE VAI EMBORA...e todos os grandes problemas que achávamos que tínhamos se transformam em um imenso vazio, não existem problemas. Os problemas moram dentro de nós. As coisas têm a energia que colocamos nelas e exercem em nós a influência que permitimos.

A GENTE VAI EMBORA...e o mundo continua normal , como se a nossa presença ou ausência não fizesse a menor diferença. Na verdade, não faz. Somos pequenos, porém, prepotentes. Vivemos nos esquecendo de que a morte anda sempre à espreita.

A GENTE VAI EMBORA...pois é. É bem assim: Piscou, a vida se vai...O cachorro é doado e se apega aos novos donos.

Os viúvos se casam novamente, andam de mãos dadas e vão ao cinema.

A GENTE VAI EMBORA...e somos rapidamente substituídos no cargo que ocupávamos na empresa. As coisas que sequer emprestávamos são doadas, algumas jogadas fora. Quando menos se espera...

A GENTE VAI EMBORA.

Aliás, quem espera morrer?

Se a gente esperasse pela morte, talvez a gente vivesse melhor.

Talvez a gente colocasse nossa melhor roupa hoje, talvez a gente comesse a sobremesa antes do almoço. Talvez a gente esperasse menos dos outros...

Se a gente esperasse pela morte, talvez perdoasse mais, risse mais, saísse à tarde para ver o mar, o pôr do sol, talvez a gente quisesse mais tempo e menos dinheiro.

Quem sabe, a gente entendesse que não vale a pena se entristecer com as coisas banais, ouvisse mais música e dançasse mesmo sem saber.

O tempo voa. A partir do momento que a gente nasce, começa a viagem veloz com destino ao fim e ainda há aqueles que vivem com pressa! Sem se dar o presente de reparar que cada dia a mais é um dia a menos, porque...

A GENTE VAI EMBORA o tempo todo, aos poucos e um pouco mais a cada segundo que passa.

O QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO COM O POUCO TEMPO que lhe resta?!

Que possamos ser cada dia melhores, amorosos, humildes, e que saibamos reconhecer o que realmente importa nessa passagem pela Terra!!!

Até porque...

A GENTE VAI EMBORA...”

Sergio Cursino

 

23 novembro 2021

Carta...


 (imagem retirada da internet)

Carta de uma idosa trancada em um lar de idosos.

Esta carta representa o balanço da minha vida.

Tenho 82 anos, 4 filhos, 11 netos, 2 bisnetos e um quarto de 12 metros quadrados.

Eu não tenho mais casa e nem minhas coisas amadas, mas eu tenho quem arrumar meu quarto, me faça comer e me faça cama, me controla a pressão e me pesa.

Não tenho mais risadas dos meus netos, não posso mais vê-los crescer, abraçar e brigar; alguns deles me visitam a cada 15 dias; outros a cada três ou quatro meses; outros, nunca.

Eu não faço mais nuggets ou ovos recheados e nem rolos de carne moída nem ponto cruz. Ainda tenho passatempo para fazer e o sudoku que me entretém um pouco ".

Não sei quanto tempo me resta, mas preciso me acostumar com essa solidão; faço terapia ocupacional e ajuda no que posso quem está pior do que eu, embora não queira me apegar muito: eles desaparecem frequentemente. Dizem que a vida é cada vez mais longa. Por quê? Quando estou sozinha, posso olhar para fotos da minha família e algumas memórias que trouxe de casa. E isso é tudo.

Espero que as próximas gerações entendam que a família se constrói para ter um amanhã (com os filhos) e retribuir aos nossos pais com o tempo que nos presentearam para nos criar.

Autor desconhecido.


08 outubro 2021

Almas velhas...


 

"ALMAS VELHAS: SAIBA PORQUE ELAS TÊM DIFICULDADE DE ENCONTRAR UM AMOR”

ELAS QUEREM UM AMOR PARA EVOLUIR JUNTOS

As almas velhas não querem ter um relacionamento apenas para ter uma companhia, elas necessitam de um amor para crescer juntos. São almas que já viveram muitas experiências anteriores e por isso querem utilizar dessa passagem pela terra para evoluir em sua jornada, não gostam de perder tempo em namoricos.

TÊM UM PROPÓSITO DE VIDA MAIOR DO QUE ENCONTRAR UM AMOR

As almas velhas vêm para esse mundo com um propósito, uma missão e muitas vezes acreditam que um amor poderia desfocá-las do cumprimento dessa tarefa. Antes de buscar um amor, elas dão prioridade à sua evolução pessoal e ao entendimento da sua função na vida.  Como um amor demanda muita atenção e dedicação, elas acabam por deixar os relacionamentos amorosos um pouco de lado.

ELAS NÃO SE DÃO BEM COM OS ENCONTROS MODERNOS

As almas velhas não se adaptam bem aos encontros modernos, aos encontros combinados em que duas pessoas se dispõe a se conhecer, perguntar sua profissão, idade, o que gosta de fazer, etc. Para elas, tudo isso é muito superficial. Elas gostam dos encontros casuais, de pessoas que se encontram e se conhecem, se conectam, têm energias semelhantes. Infelizmente esse tipo de encontro hoje em dia é cada vez mais raros. As pessoas costumam se falar por aplicativos, sites de encontros, por Facebook e isso irrita as almas velhas e aumenta a dificuldade em encontrar um amor.

ELAS NÃO GOSTAM DE FAZER “JOGUINHOS AMOROSOS”

Aquela velha história de: “vou esperar que ele me ligue, não vou ligar”, ou “vou fingir desinteresse, pois mulher gosta é disso” é algo que irrita muito as almas velhas. “Ficar” com alguém lhes é algo exaustivo. Elas não aguentam encarnar personagens para conquistar alguém, elas são muito instintivas e verdadeiras, não gostam de ficar fazendo charme, vão direto ao ponto e isso assusta muitas pessoas.

TÊM PADRÕES MUITO ELEVADOS

As almas velhas não ficam com qualquer pessoa só por ficar, só para ter uma companhia. Se elas acham que a pessoa não vale a pena, elas nem se dão o trabalho. Muitas pessoas acabam dizendo que elas são “exigentes demais”, mas a verdade é que as almas velhas querem alguém para partilhar a vida, não para dividir um sofá vendo novelas das 8. Elas esperam por alguém muito especial para ter ao seu lado, caso contrário, preferem ficar sozinhas.

ELAS TÊM MUITAS FERIDAS EMOCIONAIS ANTIGAS

As almas velhas carregam em si feridas emocionais dessa e de outras vidas. Normalmente, essas almas vêm fortalecidas pela experiência, mas não encontram uma vida fácil nessa encarnação, têm muitos desafios a vencer, que geram uma bagagem sólida mas dolorida. Por isso, elas sentem-se ressabiadas para se relacionar, pois não querem sofrer à toa. Para ter um relacionamento com alguém, precisam sentir que a pessoa é madura o suficiente para compreender o seu jeito e seu grau evolutivo.

ELAS QUEREM UM COMPANHEIRO COMPROMETIDO

As almas velhas precisam de um companheiro que queira estar ao seu lado, que as respeite e compreenda. Não conseguem estar ao lado de pessoas que traem, que não dão atenção, que fazem pouco caso da relação. Elas sabem que um relacionamento só vai para frente se for ativamente nutrido pelos dois, com muita dedicação e compromisso. Caso o parceiro não se demonstre dedicado a isso, elas pulam fora logo.

ELAS QUEREM UM RELACIONAMENTO AUTÊNTICO

Para as almas velhas, um relacionamento autêntico, onde cada um se sente confortável em ser quem é, sem falsidades ou mentiras é algo muito importante. Elas gostam de amores que incentivam a autenticidade mútua, onde ninguém precisa esconder nada ou fingir ser o que não é.

 Espiritismo Brasil Xico Xavier



04 agosto 2021

Que me desculpem os acomodados, mas eu me tornei seletiva

 


Não sou mais a mesma, aliás, não somos mais os mesmos de alguns anos e até dias atrás. Mudamos o tempo todo. E eu, particularmente, acho isso fantástico. Por Thamilly Rozendo

Acontece que, de uns tempos para cá, percebi certo estranhamento de mim para mim. Entende? Percebi que muita coisa havia mudado: gostos, rotina, prioridades, amigos. E, sim, eu percebi que estava me tornando seletiva. Não era a todo lugar que estava disposta a ir e… Nossa, será que estou ficando velha? Eu me perguntava. Depois percebia que não me sentia bem, no sentido de me sentir à vontade com todas as pessoas. O que antes acontecia, agora não acontece mais. Fui ficando “chata”. Não era qualquer lugar, qualquer pessoa, qualquer tempo…

Eu era exigente, e me tornei seletiva.
No começo, eu me culpei bastante, achei que estava sendo chata, mas depois comecei a perceber que, na verdade, eu estava me priorizando. Sim. Primeiro, porque não é com todas as pessoas que nos sentimos bem. E está tudo bem. Segundo, porque não precisamos sempre estar dispostos a sair, às vezes, só queremos a calmaria do nosso lar, uma boa série (e já deixo a deixa para minha série favorita, The Handmaid’s Tale) e uma boa noite de sono. Terceiro, porque precisamos parar de nos cobrar tanto socialmente.

 Depois de um tempo, você percebe que o tempo é realmente algo valioso.
Com tantas coisas para fazer, dar conta, tantos compromissos, rotina (acordar cedo, voltar tarde, trabalhar muito, estudar…), você começa a priorizar o tempo que sobra com o que realmente lhe importa, com quem realmente lhe faz bem. E aí, meu querido leitor, não é qualquer lugar que nos cabe, não é qualquer pessoa que serve e, sim, nós nos tornamos seletivos. Que bom. Uma pena que demoramos tanto tempo para priorizar o que nos importa. Precisamos dedicar tempo, precisamos saber quem nos faz bem, quem não faz, quem nos acrescenta e quem nos diminui. Isso é priorizar a si mesmo também. Aprendi isso. Dói muito, mas aprendi que só se ama os outros amando a si mesmo.

20 fevereiro 2021

Dualidades...

(foto de Ana Filipa Scarpa)

Ás vezes tenho saudades de tempos passados, de alegrias partilhadas, de risos soltos, de abraços apertados.

Outras vezes, quero que me esqueçam, que não se lembrem de mim, que eu seja aquela nuvem chuvosa que passou, descarregou as suas gotas de chuva, vos molhou o coração e partiu para bem longe.

Dualidades existenciais que habitam dentro de mim e que muitas vezes lutam entre si, cada uma tentando vencer e colocando-me num campo de batalha que me retira as forças.

Quem não sente essas dualidades existenciais?

O confinamento a que estamos todos sujeitos, trouxe a cada um de nós fragilidades que o dia a dia escondia, na azafama diária para a qual não tínhamos tempo para pensar, e olhar para essas fragilidades.

Não tenho receio de admitir minhas fragilidades, não tenho medo de falar nas minhas dualidades e batalhas interiores e ninguém deve ter esse receio, esse medo, pois somos Humanos, temos sentimentos, temos forças que estão a ser levadas ao limite de nós mesmos.

Um dia, todos nós iremos rir descontroladamente, iremos abraçar com todas as forças da nossa alma.

Até lá, lutemos e não deixemos que as nossas dualidades levem a melhor sobre nós mesmos.

 angelis


25 novembro 2020

Incertezas


 

Hoje o dia está cinzento e chove lá fora e isso não é bom para o humor de ninguém.

O mundo vive de incertezas, de mortes, de infeções, de perdas de emprego, instabilidade, medo generalizado, que faz um apelo constante ao que o ser humano tem de pior.

E, enquanto não se mudarem comportamentos, ideias, formas de ser e estar, o mundo não mudará e o ser humano continuará neste círculo vicioso em que nada aprende e tudo perde.

Governantes de todo o mundo não conseguem ver, ou não querem ver o que se passa, economias entram em rotura, e depois? De que vão viver?

É preciso um vírus como o covid-19 para despertar as mentalidades?

Parece que não está a surtir efeito, pois a segunda vaga chegou e comportamentos não mudaram, as pessoas, na sua generalidade, continuam a ter comportamentos de risco, achando que o vírus não as irá infetar, que não é nada com elas, até quando?

Olhamos para a fome em África? Claro que não, que morram, não é nada connosco, não há interesses económicos a defender. Olhamos para os genocídios e conflitos armados? Claro que não, só se tivermos armas para vender ou o petróleo estiver em causa.

Somos uma raça egoísta por natureza, então, só nos preocupamos se tocar no nosso real umbigo, caso contrário, os outros que se defendam.

Podíamos aprender tantos com os animais, esses ditos seres irracionais, mas que, mesmo que sejam maltratados por nós, perdoam, confiam e amam incondicionalmente.

Mas não, nós é que somos os seres superiores, pensantes e racionais e onde nos leva essa racionalidade?

Hoje chove, e as incertezas do futuro, cobrem o planeta e todos devíamos pensar no que queremos SER e no que pretendemos deixar ás gerações futuras.

EU SOU…O QUE TU ÉS???

 

03 setembro 2019

Por vezes a ovelha negra é a pessoa mais sadia da família



Nos núcleos familiares, não raro se tomam como ovelhas negras justamente as pessoas que contestam, que ousam, que enfrentam o que, embora já esteja estabelecido há muito tempo, trata-se de algo que precisa ser mudado, oxigenado, a fim de se quebrar uma falsa base da zona de conforto que se perpetua há anos.
É muito difícil encontrar um parâmetro do que possa ser considerado normal ou não. Para alguns, a normalidade está atrelada a comportamentos padronizados socialmente; para outros, tem a ver com preceitos religiosos, e por aí vai. Fato é que, muitas vezes, confunde-se normalidade com calmaria, quietude e obediência, sendo que uma coisa não necessariamente depende da outra.

Quantas vezes nós mesmos não temos uma impressão errada sobre alguém que se veste de uma forma totalmente peculiar, ou possui um corte de cabelo diferente, alguém que, aparentemente, foge ao que é considerado normal? Ou sobre alguém que abraça as causas em que acredita de uma maneira efusiva, brigando por elas sempre que necessário, até mesmo empunhando cartazes e saindo às ruas?
Pois é, a aparência não tem nada a ver com a essência humana, mas parece ser tão difícil entender isso. Difícil porque o mundo de hoje se baseia naquilo que se vê, naquilo que se ostenta, nas grifes que se vestem, no poder de compra, no tanto que se consome. Com isso, torna-se cada vez mais difícil enxergar o essencial de cada um, aquilo que a pessoa realmente possui dentro de si e consegue viver, praticar, sem machucar ninguém pelo caminho. É o que fazemos que importa, não o que falamos e aparentamos por aí.

E, nos núcleos familiares, não raro se tomam como ovelhas negras justamente as pessoas que contestam, que ousam, que enfrentam o que, embora já esteja estabelecido há muito tempo por várias gerações, trata-se de algo que precisa ser mudado, oxigenado, a fim de se quebrar uma falsa base da zona de conforto que se perpetua há anos.
Porque ninguém é obrigado a manter um casamento fracassado ou a se vestir seguindo a moda, somente porque sempre foi assim entre os familiares. Os ousados é que promovem avanços que abrem novos caminhos a muita gente sem coragem. Portanto, é preciso muita cautela ao julgar alguém que já foi julgado, pelas pessoas ou pelos familiares, como sendo uma ovelha negra, visto que somente a convivência e o tempo é que mostram realmente o que cada um é de fato.
Muitas vezes, apenas se trata de alguém que não se sujeitou a regras e comportamentos ditos como normais, sabe-se lá por quem ou por quê, e resolveu viver de acordo com as batidas do próprio coração. Trata-se, enfim, de alguém que não se permitiu ser aceito pelos outros em troca da própria felicidade.

via; contioutra

09 agosto 2019

O que importa...



Podemos ser excelentes oradores ou comunicadores.
Podemos dizer bonitas palavras que tocam o coração de quem as ouve.
Podemos ser elegante e bem vestidos ou mais cheinhos e muito simpáticos e de sorriso fácil, mas, o que realmente conta são as nossas atitudes perante a VIDA, os nossos semelhantes, o ambiente em que estamos inseridos.
Palavras bonitas e atitudes feias, não "bate a cara com a careta", não é verdade?
Ou como diz o ditado "olha para o que eu digo, mas não lhes para o que eu faço", ou será que é ao contrário e o facto de estar de férias me está a toldar o juízo?
Sejamos gente de boas atitudes, atitudes tolerantes, simpáticas, humildes para com todos.
Saibamos sorrir, cumprimentar, agradecer, respeitar pessoas e animais, pois se soubessemos observar (como olhos de ver e coração de sentir) os animais (especialmente os cães) aprenderiamos verdadeiras lições de amor, humildade com eles e o mundo seria bem melhor.
E, acima de tudo...OUSEMOS SER FELIZES!!!

angelis

04 agosto 2019

Gosto de...


Gosto de observar as pessoas (discretamente), os seus comportamentos, forma de estar, de vestir, como interagem (de acordo com o local onde estão), como comunicam, etc.
É matéria de reflexão, principalmente, para mim mesma. Uns são arrogantes, mal humorados, mal educados entre si e para com os outros.
Outros são simpáticos, alegres, mas barulhentos, e não respeitam o espaço onde estão, nem os outros que lá estão.
Há os que, com receio que a comida acabe...vão, esfomeados, buscar autenticas “pratadas” de comida e sobremesas, e a olhar para o lado, para que o vizinho da mesa perto, não vá tirar o mesmo que eles.
Quanto ás roupas...autenticas passarelas de mau gosto (embora gostos não se discutam).
As “dondocas” não dispensam as suas malas e carteiras de marca martelada e não a largam, nem para ir buscar a comida, os filhos são barulhentos e “levam tudo á frente”.
Gosto, mas gosto, mesmo de observar as pessoas. No entanto, deixo aqui uma ressalva, esta é uma observação pessoal e muito critica da minha parte e, encontro sempre, mas sempre, pessoas simpáticas, acessíveis e com quem se pode conviver.
Gosto de observar as pessoas, porque se aprende sempre algo.

angelis

Decisões

  Há decisões que tomamos que afetam a nossa vida e a vida dos outros, mas que mesmo assim temos que as tomar para bem de nós mesmos e dos o...