30 dezembro 2010

Top 10 - 2010

Terminar o ano com um prémio é algo muito bom e atendendo a quem mo atribuiu, ainda melhor.
Nossos blogs nasceram na mesma altura e com poucos dias de diferença e se não fosse o Aflores, não andaria nestas lidas bloguistas, pois o seu desafio, há 6 anos atrás, levou-me a criar este blog e a divulgar a minha escrita e não só.
Por isto tudo e pelo prémio ganho, mas acima de tudo pela longa partilha bloguista e Amizade, vale a pena continuar. Além do mais, fui responsável (como parte do prémio) pela mudança de visual do seu blog e agora só falta o gelado na Sincelo (a outra parte do prémio).

E, porque este é o último post do ano, não podia terminar sem agradecer aos Amigos destas lidas e não só (e que me acompanham desde a nascença deste cantinho) e passo a citar alguns: Agostinho, Saltapocinhas, Rosa Azoriana, Aflores, á Familia e a todos os leitores deste blog (comentando ou não) um Ano Novo com Esperança, Saúde, Paz e Serenidade, já que se avizinham tempos dificeis e complicados, pelo menos que não falte a Alegria de um Sorriso, a Amizade e que possamos andar por cá muitos e bons anos.

Balanços não interessam para nada, cada um faz o seu (se achar que o deve fazer) o que interessa é mantermos a Esperança e continuarmos a sorrir, pois mais triste que um sorriso triste é a tristeza de não saber sorrir.



E claro...não podia concluir este post sem a minha frase preferida OUSEM SER FELIZES!!!

16 dezembro 2010

Ousem ser felizes!!!

(desenho do Miguel - 5 anos)

Muita coisa aconteceu ao longo deste ano. Coisas boas, coisas menos boas, problemas de saúde graves, tratamentos, idas permanentes ao hospital, alegrias, dores, tristezas, lágrimas, etc, etc.
Nasceu gente, morreu gente, e o ciclo da vida aconteceu naturalmente, sem interrupções ou percalços.
Fazer balanços do ano é algo típico nesta altura, mas, nem é por ai que pretendo ir com esta livre expressão do meu sentir.
Apenas pretendo abraçar, por este meio, a minha Família, todos os meus Amigos, leitores, e desconhecidos que visitam este cantinho e lêem a minha escrita.
O mundo virtual aproxima as pessoas, amigos e famílias que, muitas vezes, se afastam pelas circunstâncias da vida. Descobrimos novas pessoas, conquistamos novas amizades e assim caminhamos pela vida e a fazemos acontecer.
É através desta estrada virtual, e em especial nesta altura, que deixo aqui os meus votos de Feliz Natal e Bom Ano Novo e desta vez deixo-vos também 2 desenhos dos meus traquinas, que fizeram questão de participar nesta singela mensagem.


(desenho da Elisabete - 5 anos)

Acima de tudo e para além de tudo OUSEM SER FELIZES!!!

15 dezembro 2010

Como agir no Natal


Alguns mitos e erros

O psicólogo Eduardo Sá deita por terra alguns mitos e erros ligados a esta quadra.
Todos os anos, a história repete-se. Depois da passagem do Pai Natal, amontoam-se os presentes.
Mas fará este excesso bem às crianças? O psicólogo Eduardo Sá responde!

Qual o melhor presente que os pais podem oferecer às crianças neste Natal?
O melhor brinquedo são os pais. São ergonómicos, não se partem em pequenas peças quando caem no chão, têm cantos arredondados, podem meter-se na boca e todas aquelas coisas óptimas que só os brinquedos de excepção conseguem ter.

Os pais devem ceder aos pedidos dos filhos nesta época?
Empanturrar as crianças com brinquedos é torná-las obesas, não lhes dar espaço para brincar. Não é por terem muitos brinquedos que as crianças são felizes. São-no sim se brincarem muito. E não são as crianças que têm mais brinquedos que têm melhor brincar.

Os pais devem contar a história do Pai Natal?
Os pais devem, sobretudo, perceber que as crianças não acreditam no Pai Natal. Elas fazem esta condescendência aos adultos por ser uma das únicas alturas do ano em que eles parecem ter os pés na terra e a cabeça na lua.

Então por que é que as crianças escrevem ao Pai Natal?
É uma maneira elegante de dizerem aos pais orientem-se!


Texto: Vanda Oliveira

01 dezembro 2010

Só as crianças dizem estas coisas...

Ternura e sensibilidade...

O autor e conferencista Leo Buscaglia certa ocasião falou de um concurso em que tinha sido convidado como jurado.
O objectivo era escolher a criança mais especial.
Eis alguns dos vencedores:
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1. Um menino de 4 anos tinha um vizinho idoso cuja esposa tinha falecido recentemente.
Ao vê-lo chorar, o menino foi para o quintal dele e sentou-se simplesmente no seu colo.
Quando a mãe lhe perguntou o que tinha dito ao velhinho, ele respondeu:
- Nada. Só o ajudei a chorar.
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2. Os alunos da professora do primeiro ano Debbie Moon estavam a examinar uma foto de família.
Uma das crianças da foto tinha o cabelo de cor bem diferente dos outros. Alguém sugeriu que essa criança tivesse sido adoptada.
Logo uma menina disse:
- Sei tudo sobre adopção, porque eu fui adoptada.
Logo outro aluno lhe perguntou:
- O que significa "ser adoptado"?
- Significa - disse a menina - que tu cresceste no coração da tua mãe, e não na barriga!
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3. Sempre que estou decepcionado com o meu lugar na vida, paro e penso no pequeno Jamie Scott.
Jamie queria muito ter um papel na peça da escola. A mãe disse que tinha procurado preparar o seu coração, pois ela temia que ele não fosse escolhido.
No dia em que os papéis foram distribuídos, fui com ela buscá-lo à escola. Jamie correu para a mãe, com os olhos brilhantes de orgulho e
emoção:
- Adivinha, mãe!
E disse aquelas palavras que continuariam a ser uma lição para mim:
- Eu fui escolhido para bater palmas e espalhar a alegria!
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4. Conta uma testemunha ocular de Nova York:
Num frio dia de Dezembro, alguns anos atrás, um rapazinho de cerca de 10 anos, descalço, estava em pé em frente a uma loja de sapatos, olhando a montra e tremendo de frio.
Uma senhora aproximou-se do rapaz e disse:
- Você está com pensamento tão profundo, a olhar essa montra!
- Eu estava pedindo a Deus para me dar um par de sapatos - respondeu o garoto...
A senhora tomou-o pela mão, entrou na loja e pediu ao empregado para dar meia dúzia de pares de meias ao menino. Ela também perguntou se poderia conseguir-lhe uma bacia com água e uma toalha. O empregado atendeu-a rapidamente e ela levou o menino para a parte detrás da loja
e, ajoelhando-se lavou os seus pés pequenos e secou-os com a toalha.
Nesse meio tempo, o empregado havia trazido as meias. Ela calçou-as nos pés do garoto e comprou-lhe também um par de sapatos.
Depois entregou-lhe os outros pares de meias e carinhosamente disse-lhe:
- Estás mais confortável agora.
Como ela se virou para ir embora, o menino segurou-lhe na mão, olhou o seu rosto com lágrimas nos olhos e perguntou:
- Você é a mulher de Deus?

(recebido por email)
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