31 agosto 2006

Andei por aqui...

Estes foram alguns dos locais visitados nestas férias.
Tal como tinha prometido, aqui está o roteiro fotográfico. Fica a saudade, mas também a promessa de voltar um dia destes.
Até lá...

Vila Nova de Cerveira
Praia do Moledo
Caminha
AquaMuseum
Por terras espanholas
Caminha vista de Stª Tecla
Mata do Camarido
Ermida de Stª Tecla
Citânia de Stª Tecla
Vale do Douro
Peso da Régua

29 agosto 2006

De volta...

Pois é, tudo o que é bom, agradável e nos dá serenidade e paz termina.
As férias estão a terminar e com elas o regresso às lidas diárias, ao stress, ao trabalho e problemas.
Mas, há que reter o que as férias deram de bom, o descanso, a paz, o retemperar de energias e transportar isso para a nova etapa que se aproxima.
No dia 01 regresso ao trabalho, com muitas expectativas e curiosidade.
Escola nova, concelho novo, agrupamento novo e com tudo o que isso implica, mas com uma certeza enorme…as cansativas e desgastantes viagens que fiz nos últimos 6 anos terminaram.
Ufaaaaa!!!!!!
Onde e como passei as minhas férias?
Bom…isso fica para outro dia, outro post e algumas fotos dos locais que visitei.
Posso assegurar-vos que me diverti, que adorei os locais que visitei e que foram umas excelentes férias.
Agora, há que arrumar as malas, e preparar o novo ano de trabalho que se aproxima, com um sorriso, e a esperança de que tudo irá correr bem e que darei (como sempre faço) o meu melhor, pelas crianças que me irão estar confiadas e com as quais irei rir, sonhar, brincar, divertir-me, mas também aprender e transmitir-lhes aqueles valores imprescindíveis ao seu crescimento como seres humanos melhores, respeitadores e felizes.
Estou por aqui e desejo a todos que ainda vão de férias (esta é para ti Aflores) umas excelentes e repousantes férias, para os que retornam ao trabalho, bom retorno, com tranquilidade e serenidade.
E já agora…menino Aflores, menina Carla e menina Giraflor, estou zangada com todos vocês…não se faz isso…marcarem um gelado na Sincelo nas minhas férias…estou zangada pois estou…grrrrrr…
Para a próxima, contem comigo, pois nem que a vaca tussa…tem que haver outro geladinho na Sincelo e comigo presente.

Até já!!!

18 agosto 2006

14 agosto 2006

Cinderela


Eles são duas crianças a viver esperanças, a saber sorrir.
Ela tem cabelos louros, ele tem tesouros para repartir.
Numa outra brincadeira passam mesmo à beira sempre sem falar.
Uns olhares envergonhados e são namorados sem ninguém pensar.

Foram juntos outro dia, como por magia, no autocarro, em pé.
Ele lá lhe disse, a medo: "O meu nome é Pedro e o teu qual é?"
Ela corou um pouquinho e respondeu baixinho: "Sou a Cinderela".
Quando a noite o envolveu ele adormeceu e sonhou com ela...

Então,
Bate, bate coração
Louco, louco de ilusão
A idade assim não tem valor.
Crescer,vai dar tempo p'ra aprender,
Vai dar jeito p'ra viver
O teu primeiro amor.

Cinderela das histórias a avivar memórias, a deixar mistério
Já o fez andar na lua, no meio da rua e a chover a sério.
Ela, quando lá o viu, encharcado e frio, quase o abraçou.
Com a cara assim molhada ninguém deu por nada, ele até chorou...

E agora, nos recreios, dão os seus passeios, fazem muitos planos.
E dividem a merenda, tal como uma prenda que se dá nos anos.
E, num desses momentos, houve sentimentos a falar por si.
Ele pegou na mão dela: "Sabes Cinderela, eu gosto de ti..."

Carlos Paião

09 agosto 2006

As escolhas de Maria Amélia…


(foto de Armindo Dias)

Maria Amélia não conseguia dormir. Virava-se para um lado, virava-se para outro, mas o sono tardava e sempre o mesmo pensamento a martiriza-la.
Que fazer? Que caminho tomar?
Lembrava-se da conversa, tida há umas horas, com o Bernardo. As palavras dele ecoavam dentro da sua cabeça, ferindo seu coração.
- Não posso, Maria Amélia, tu sabes que não posso, não consigo. – Repetia, insistentemente, Bernardo.
Maria Amélia, olhava para ele incrédula. Como era possível? Viviam uma relação de anos, e ele agora dizia que não podia, que não conseguia?
- Que me estás a dizer? Não consegues, ou não queres? – Sussurrava Maria Amélia, já sem forças para mais.
Aquelas palavras torturavam, feriam. Dividida entre o amor de Bernardo e de João, viveu assim os últimos anos da sua vida, sabendo que não poderia ficar com os 2 homens da sua vida, sabendo que amava igualmente cada um deles, tinha, corajosamente, decidido e seguido seu coração. O amor que sentia por Bernardo, tudo o que partilhava e vivia com ele era mais importante, fazia-a mais feliz, mais risonha, do que o que nunca viveu e nunca partilhou com o João.
Teve a coragem de se divorciar, de lutar por sua vida. De, com mágoa, ter conversado com João, e como lhe custou essa conversa.
- Não acredito no que me estás a dizer!!!! – Retorquia, João, incrédulo.
Maria Amélia, deixava que as lágrimas caíssem livremente por seu rosto, e respondia:
- Perdoa-me, se poderes, mas, tenho que seguir o meu coração. Gosto de ti, tenho um carinho imenso pelo que és, mas não posso, não consigo amar-te como amo o Bernardo.
João cada vez mais estupefacto, não queria acreditar, era um sonho, só podia ser um sonho, bom…melhor…era um pesadelo.
O bom senso e o seu imenso coração venceram, e, ainda teve uma réstia de coragem para lhe dizer:
- Se assim é, só posso desejar-te toda a felicidade do mundo. Disse João, à laia de despedida.
E agora? Que fazer? Sentia-se sem forças, tinha-as esgotado. Sentia-se perdida e frustrada.
Como era possível? Se o Bernardo lhe dizia que a amava, que era a mulher da vida dele, que não a queria perder, que era louco por ela, como é que não conseguia, como é que não podia e não tinha coragem para ser feliz?
E o sono que tardava e a vida adiada…até quando?
Escolha acertada? Só a vida lhe dirá. Talvez possa ser feliz assim.


angelis




04 agosto 2006

Tempo de Verão…




É tempo de Verão, de calor, de sombra, de um gelado, uma cerveja fresquinha, um sumo, dois dedos de conversa sem pressa.
É tempo de férias, de preguiça…de amor.
Aproveitem esse tempo e todo o tempo do mundo. Vivam, um dia de cada vez, como se fosse o único, o especial. Amem, abracem, beijem, sejam felizes.
Há festas, romarias, festivais, e um país para conhecer, com uma cultura e saberes muito próprios e únicos. São a nossa identidade, o que somos como povo.
Visitem os museus, vão ás festas, às feiras, divirtam-se, conheçam as tradições deste cantinho à beira mar plantado.
Há tanto para descobrir, tanto para nos enriquecermos e sentirmos orgulhosos.
Afinal…é tempo de Verão!!!!

angelis
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