30 novembro 2004

Porque a SIDA existe...



O meu abraço solidário...

Mantenham-se informados...

Estejam atentos...

28 novembro 2004

Trabalho!!!




Votos de excelente semana para todos...
E mesmo que vos digam que não são profissionais...
E mesmo que o trabalho seja uma "seca"...
E mesmo que não tenham trabalho...
E até que procurem trabalho...
Mesmo assim...somos todos GENTE que procura dar o seu melhor...
Fazer o seu melhor...onde quer que trabalhe...
Pois todo o trabalho é digno...

Fiquem bem...Sorriam...Voem...Sejam vocês mesmos...
Ousem ser felizes...

angelis

26 novembro 2004

Voar...


Talvez a vida seja um sonho que sonhamos cada dia que passa...
Uns sonham de olhos abertos para verem o que os rodeia, preocupados com a realidade da vida... Outros embalam-se na doçura da amizade, sonhando de olhos fechados, confiando no coração do amigo que bate junto ao seu...
A vida é uma borboleta colorida e bela, poisando de flor em flor, aspirando o seu perfume, sorvendo o seu pólen, alimentando-se do que a natureza lhe oferece.
Mas, a borboleta até se transformar, é uma feia larva, que se fecha num casulo e por esforço próprio vai construindo suas asas e sua beleza...
Não é assim o ser humano?
Se não é, deveria aprender com a borboleta e com o seu esforço, a libertar-se do casulo que o prende ás paixões inferiores, ao sofrimento sem sentido, e voar mais alto...
Libertar sua alma...
Abrir suas asas e voar...
Voar pela vida, poisando nas flores da amizade, da fraternidade, da tolerância...alimentando-se de sentimentos nobres e edificantes...
A vida é um sopro...uma brisa, que quando dermos conta já passou e nós permanecemos sem nada termos feito para a agarrar...
Viver é sonhar...
É deixar as emoções fluírem...
É sermos nós mesmos...
É não abdicarmos dos nossos sonhos, mas termos paciência e sabermos esperar que eles se realizem, mas também trabalharmos por eles, pois nada se realiza sem o esforço e méritos próprios.
Abre as tuas asas e voa sem medo.


angelis

22 novembro 2004

Segunda feira!!!


Uma excelente semana para todos...
Para os que estão a trabalhar...muita paciência, tolerância, compreensão.
Para os que estão a estudar...muita atenção, bons estudos, não se distraiam nas aulas e muita alegria.
Para os que estão à procura de emprego...não percam a esperança...não desistam, muita força e coragem.
Para os ociosos...boa preguiça!!!
Muita Paz...Harmonia e Amor para todos.

angelis

18 novembro 2004

“OCEANO DA VIDA...”



No oceano da vida te encontrei.
Quando menos te esperava, os meus olhos cruzaram-se com os teus.
Navegava sem rumo, nem destino.
Vagueava ao sabor dos ventos e das tempestades.
Tinha perdido o meu norte, o meu caminho.
E o meu rio transbordou...
E as margens da minha vida se inundaram...
Desde o primeiro dia te esperava...
Entre tormentas mil...tempestades avassaladoras...margens escarpadas...percursos acidentados...
O rio da minha vida corria sem destino.
Os montes que o oprimiam provinham de uma vida sem sentido.
Navego de encontro ao mar e a meio do percurso te encontro, qual marinheiro aventureiro disposto a salvar este rio sem destino.
As nossas águas fundem-se...
Os nossos corações entrelaçam-se...
Mas o rio segue o seu destino fatal...
Algures se irá encontrar com o oceano e num abraço infinito se fundirá com as suas águas.
As lágrimas terão um sabor a sal que queimará meu coração na hora da despedida, pois o teu rio corre para outro oceano e só por breves momentos se uniu ao meu num abraço de amor eterno.
A vida diz-se e faz-se de pequenos gestos de ternura e carinho...
O rio cresce das pequenas gotas de chuva que a ele se juntam, engrandecendo-o.
O amor floresce da amizade sincera e da entrega de duas almas.
O oceano da vida será imenso, bonito, sereno através das acções que a ele se juntam...acções no bem e na paz...na tranquilidade e serenidade de consciências límpidas.
O rio navega para o mar...
O meu coração navega de encontro ao teu...
Para sempre e na eternidade do amor que os une...


angelis

15 novembro 2004

É sempre tempo de lembrar...Augusto Gil

Augusto César Ferreira Gil nasceu em Lordelo do Ouro (Porto), em 1873.
Estudou inicialmente na Guarda, donde os pais eram oriundos, e formou-se em Direito na Universidade de Coimbra. Começou a exercer advocacia em Lisboa, tornando-se mais tarde director-geral das Belas-Artes.
Frequentador de tertúlias literárias, reconhecem-se na sua obra influências de Guerra Junqueiro, do simbolismo e, pela sua veia popular, de João de Deus. Também influenciado pelo lirismo de António Nobre, a sua poesia insere-se numa perspectiva neo-romântica nacionalista.
Cultivou uma poesia simples, de tom sentimental e nostálgico, coloquial, por vezes satírica, retratando circunstâncias prosaicas do quotidiano.
Augusto Gil faleceu em Lisboa, em 1929.
Obras poéticas: Musa Cérula (1894), Versos (1898), Luar de Janeiro (1909), O Canto da Cigarra (1910), Sombra de Fumo (1915), Alba Plena (1916), O Craveiro da Janela (1920), Avena Rústica (1927) e Rosas desta Manhã (1930).
Crónicas: Gente de Palmo e Meio (1913).




Balada da neve

Batem leve, levemente,
como quem chama por mim.
Será chuva? Será gente?
Gente não é, certamente
e a chuva não bate assim.

É talvez a ventania:
mas há pouco, há poucochinho,
nem uma agulha bulia
na quieta melancolia
dos pinheiros do caminho...

Quem bate, assim, levemente,
com tão estranha leveza,
que mal se ouve, mal se sente?
Não é chuva, nem é gente,
nem é vento com certeza.

Fui ver. A neve caía
do azul cinzento do céu,
branca e leve, branca e fria...
– Há quanto tempo a não via!
E que saudades, Deus meu!

Olho-a através da vidraça.
Pôs tudo da cor do linho.
Passa gente e, quando passa,
os passos imprime e traça
na brancura do caminho...

Fico olhando esses sinais
da pobre gente que avança,
e noto, por entre os mais,
os traços miniaturais
duns pezitos de criança...

E descalcinhos, doridos...
a neve deixa inda vê-los,
primeiro, bem definidos,
depois, em sulcos compridos,
porque não podia erguê-los!...

Que quem já é pecador
sofra tormentos, enfim!
Mas as crianças, Senhor,
porque lhes dais tanta dor?!...
Porque padecem assim?!...

E uma infinita tristeza,
uma funda turbação
entra em mim, fica em mim presa.
Cai neve na Natureza
– e cai no meu coração.

12 novembro 2004

Serenidade


Sentada à beira mar
Tal como o mar sereno
Assim meu coração se encontra.
O sol brilha
Uma brisa suave acaricia-me o rosto.
O areal branco está deserto.
Pegadas de gaivota aqui e ali.
Viajo no tempo…
Viajo no espaço…
Vou ao teu encontro.
Abraço-te.
Beijo-te.
Sussurro-te ao ouvido: - Amo-te!!!
Volto ao presente…
Ao local onde me encontro
Sonho contigo…
Sereno é o dia
Tranquilo está o mar.
O sol deposita um beijo em minha face
E diz-me: - Este é um beijo do teu amor.
Sorrio!!!
Serenidade é o que a minha alma sente.


angelis

09 novembro 2004

Lembram-se de...António Gedeão?

António Gedeão, (Rómulo Vasco da Gama de Carvalho), nasceu em Lisboa em 1906. Criança precoce, aos 5 anos escreveu os seus primeiros poemas e aos 10 decidiu completar "Os Lusíadas" de Camões. A par desta inclinação para as letras, ao entrar para o liceu Gil Vicente, tomou contacto com as ciências e foi aí que despertou nele um novo interesse.
Em 1931 licenciou-se em Ciências Físico- Químicas pela Faculdade de Ciências da Universidade do Porto e em 1932 conclui o curso de Ciências Pedagógicas
na Faculdade de Letras do Porto, prenunciando assim qual seria a sua actividade principal daí para a frente e durante 40 anos: professor e pedagogo.
Exigente e comunicador por excelência, para Rómulo de Carvalho ensinar era uma paixão e uma dedicação. E assim, além da colaboração como co-director da "Gazeta de Física" a partir de 1946, concentrou durante muitos anos, os seus esforços no ensino, dedicando-se, inclusivé, à elaboração de compêndios escolares, inovadores pelo grafismo e forma de abordar matérias tão complexas como a física e a química. Dedicação estendida, a partir de 1952, à difusão científica a um nível mais amplo através da colecção "Ciência Para Gente Nova" e muitos outros títulos, entre os quais "Física para o Povo", cujas edições acompanham os leigos interessados pela ciência até meados da década de 1970.
Apesar da intensa actividade científica, Rómulo de Carvalho nunca esqueceu a arte das palavras e continuou sempre a escrever poesia. Porém, não a considerando de qualidade e pensando que nunca seria útil a ninguém, nunca tentou publicá-la, preferindo destruí-la. Só em 1956, após ter participado num concurso de poesia de que tomou conhecimento no jornal, publicou, aos 50 anos, o primeiro livro de poemas "Movimento Perpétuo" com o pseudónimo António Gedeão. Continuou depois a publicar poesia, aventurando-se, anos mais tarde, no teatro, no ensaio e na ficção.
Nos seus poemas há uma simbiose perfeita entre a ciência e a poesia, a vida e o sonho, a lucidez e a esperança. Aí reside a sua originalidade, difícil de catalogar, originada por uma vida em que sempre coexistiram esses dois interesses totalmente distintos..
A poesia de Gedeão é bastante comunicativa e marca toda uma geração que, reprimida por um regime ditatorial e atormentada por uma guerra, cujo fim não se adivinhava, se sentia profundamente tocada pelos valores expressos pelo poeta e assim se atrevia a acreditar que, através do sonho, era possível encontrar o caminho para a liberdade.
É deste modo que "Pedra Filosofal", musicada por Manuel Freire, se torna num hino à liberdade e ao sonho. Mais tarde, em 1972, José Nisa compõe doze músicas com base em poemas de Gedeão e produz o álbum "Fala do Homem Nascido".
Nos anos seguintes dedicou-se por inteiro à investigação, publicando numerosos livros, tanto de divulgação científica, como de história da ciência. Gedeão também continuou a sonhar, mas o fim aproximava-se e o desejo da morrer determinou, em 1984, a publicação de Poemas Póstumos.
Em 1990, já com 83 anos, Rómulo de Carvalho assumiu a direcção do Museu Maynense da Academia das Ciências de Lisboa, sete anos depois de se ter tornado sócio correspondente da Academia de Ciências, função que desempenharia até ao fim dos seus dias.
Quando completou 90 anos de idade, a sua vida foi alvo de uma homenagem a nível nacional. O professor, investigador, pedagogo e historiador da ciência, bem como o poeta, foi reconhecido publicamente por personalidades da política, da ciência, das letras e da música. Faleceu em 1997.

Obra Literária:
Poesia: "Movimento Perpétuo", 1956; "Teatro do Mundo", 1958; "Declaração de Amor", 1959; "Máquina de Fogo", 1961; "Poesias Completas", 1964; "Linhas de Força", 1967; "Soneto", 1980; "Poema para Galileu", 1982; "Poemas Póstumos",
1984; "Poemas dos textos", 1985; "Novos Poemas Póstumos", 1990
Ficção: "A poltrona e outras novelas", 1973
Teatro: "RTX 78/24", 1978; "História Breve da Lua", 1981
Ensaio: "O Sentimento Científico em Bocage", 1965; "Ay Flores, Ay flores do
verde pino", 1975
Obra Científica: "Ciência Hermética", 1947; "Embalsamento Egípcio", 1948;
"Compêndio de Química para o 3º Ciclo", 1953; "Sr. Tompkins explora o
átomo", 1956; "Guias de trabalhos práticos de Química" [3º Ciclo], 1957;
"Que é a física?", 1959; "Problemas de Física para o 3º Ciclo do Ensino
Liceal", I volume, 1959; "A Física para o Povo", 1968; "Ciências da
Natureza",1974; "Aditamento ao guia de trabalhos práticos de Química", 1975;
"A Descoberta do Mundo da Física", 1979; "A Experiência Científica", 1979;
"A Natureza Corpuscular da Matéria", 1979; "Moléculas, Átomos e Iões", 1979;
"A Energia", 1980; "A Estrutura Cristalina", 1980; "As Forças", 1980; "As Reacções Químicas", 1980; "O Peso e a Massa", 1980; "A Composição do Ar", 1982; "A Electricidade Estática", 1982; "A Pressão Atmosférica", 1982; "A Corrente Eléctrica", 1983; "A Electrónica", 1983; "Magnetismo e Electromagnetismo", 1983; "A Energia Radiante", 1985; "A Radioactividade", 1985; "Ondas e Corpúsculos",1985
Investigação histórica: "História da Fundação do Colégio Real dos Nobres de Lisboa [1765-1772]", 1959; "História do gabinete de Física da Universidade de Coimbra [1772-1790]- desde a sua fundação em 1772 até ao Jubileu do Prof. Giovani António Dalla Bella", 1978; "Relações entre Portugal e a Rússia no Século XVIII", 1979; "A Actividade Pedagógica da Academia das Ciências da Lisboa nos Séculos XVIII e XIX", 1981; "A Física Experimental em Portugal no Século XVIII", 1982; "A Astronomia em Portugal no Século XVIII", 1985; "História do Ensino em Portugal, desde a fundação da nacionalidade até ao fim do regime de Salazar-Caetano", 1986; "O Texto Poético Como Documento
Social", 1994



LÁGRIMA DE PRETA

Encontrei uma preta
que estava a chorar,
pedi-lhe uma lágrima
para a analisar.

Recolhi a lágrima
com todo o cuidado
num tubo de ensaio
bem esterilizado.

Olhei-a de um lado,
do outro e de frente:
tinha um ar de gota
muito transparente.

Mandei vir os ácidos,
as bases e os sais,
as drogas usadas
em casos que tais.

Ensaiei a frio,
experimentei ao lume,
de todas as vezes
deu-me o que é costume:

nem sinais de negro,
nem vestígios de ódio.
Água (quase tudo)
e cloreto de Sódio.

PEDRA FILOSOFAL

Eles não sabem que o sonho
é uma constante da vida
tão concreta e definida
como outra coisa qualquer,
como esta pedra cinzenta
em que me sento e descanso,
como este ribeiro manso
em serenos sobressaltos,
como estes pinheiros altos
que em verde e oiro se agitam,
como estas aves que gritam
em bebedeiras de azul.

Eles não sabem que o sonho
é vinho, é espuma, é fermento,
bichinho álacre e sedento,
de focinho pontiagudo,
que fossa através de tudo
num perpétuo movimento.

Eles não sabem que o sonho
é tela, é cor, é pincel,
base, fuste, capitel,
arco em ogiva, vitral,
pináculo de catedral,
contraponto, sinfonia,
máscara grega, magia,
que é retorta de alquimista,
mapa do mundo distante,
rosa-dos-ventos, Infante,
caravela quinhentista,
que é Cabo da Boa Esperança,
ouro, canela, marfim,
florete de espadachim,
bastidor, passo de dança,
Colombina e Arlequim,
passarola voadora,
pára-raios, locomotiva,
barco de proa festiva,
alto-forno, geradora,
cisão do átomo, radar,
ultra-som, televisão,
desembarque em foguetão
na superfície lunar.

Eles não sabem, nem sonham,
que o sonho comanda a vida.
Que sempre que um homem sonha
o mundo pula e avança
como bola colorida
entre as mãos de uma criança.

05 novembro 2004

Lágrima



Lágrima
Encontraram-se um dia, uma lágrima, uma estrela, uma pérola e uma gota
de orvalho. Falou primeiro a estrela:
Quem diria que eu tivesse o trabalho de descer das alturas luminosas, para vir conversar com vocês três?
Não sabem que sou mais alta que as nuvens?
E que a minha altivez fulgura entre mil chamas radiosas, na infinita
amplidão?
Mas, respondeu a pérola vaidosa: - Quem te dará valor, entre milhões de
lâmpadas no espaço?
Tu não passas de um grão de esplendor, metido na poeira do infinito.
Ninguém se lembra de te por nos braços! Enquanto eu, lá no fundo dos
oceanos, sou buscada e vendida aos soberanos, para enfeitar, com minha
limpidez, as coroas dos reis! Vivo no colo esplêndido dos nobres, e nos ricos
seios das rainhas...
Não como ti, que sob o olhar dos pobres poetas vagabundos te
encaminhas...
Valho mais que tu! E ainda mais valho que um orvalho e uma lágrima, pois
ambos são gotas d'água, sem o mínimo valor.
Disse o orvalho, com mágoa: Qual de vocês três, tem esse encanto de se
transformar em gozo, na boca imaculada de uma flor?
Eu venho lá de cima, radiante, nos braços da alvorada, cobrir de beijos uma
rosa, que se sente tão doce nesse instante, que vale a pena vê-la tão ditosa!
E trago o riso ao coração da Terra, engolfada em pranto.
Eis como sou feliz! Na campina, ou no cimo da serra, sou sempre uma
esperança cristalina, nos lábios sorridentes de uma flor! Calou-se o orvalho.
E a lágrima? Coitada, esta nada dizia...
E que respondes tu? Perguntaram os demais.
E ela, rolada na terra húmida e fria, nada ousava falar...
Porém, sublime e calma, respondeu: Eu sou o perdão no crime e a vibração
no amor!
Bailo no olhar risonho da alegria, moro no olhar tristíssimo da dor! Eu sou a
alma da saudade e da harmonia!
Sou o estrilo na lira soluçante dos poetas, sou oração no peito dos ascetas,
sou relíquia de mãe em coração de filho, sou lembrança de filho em coração
de mãe!
Não vivo nos seios perfumados, nos colos orgulhosos, na ostentação
efémera do luxo...
Porém, penetro no espírito do mundo, seja do rei, do sábio mais profundo,
do rústico mais vil... do pecador, do santo, até na face do Senhor um dia já
rolei...
Eu, lágrima pequena, penetrei no coração de Deus, e fiz estremecer, abrir-se extasiado o pórtico dos céus!
Não sei quantos pecados já lavei! A lágrima calou-se humildemente,
deslumbrando...
Em silêncio, a tudo contemplou serenamente, na vastidão vazia...
A estrela se ocultou atrás de uma nuvem e chorava...
A pérola desceu à profundeza dos mares e chorava também...
O orvalho tremulando sobre a relva também chorava...
E a lágrima, só a lágrima sorria!...

Autor Desconhecido

01 novembro 2004

Pensamento do dia



Uma boa semana para todos...
Sorriam...sejam afáveis...gentis...
Olhem para os outros com respeito, carinho...
A vida vale a pena...o amor vale a pena...


angelis
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