27 fevereiro 2006

Retratos da minha infância

Hoje, deu-me para ir á estante e pegar no velho álbum de fotografias. Algo inédito nos dias que correm, em que a máquina digital substituiu a velhinha máquina de rolo fotográfico, e as velhinhas fotos de papel.

Hoje, guardam-se as fotos em cd’s, em dvd’s, nos pc’s…e mais? Nos cartões de memória, eu sei lá o que irão inventar mais.

Não sou contra as novas tecnologias, antes pelo contrário, adoptei-as, fazem parte do meu dia a dia e já não sei viver sem o computador, a máquina digital, o telemóvel, etc, etc, etc.

Mas, o propósito deste artigo, não é fazer a apologia das novas tecnologias, mas desafiar-vos a revolverem o fundo do baú, irem á procura dos velhos álbuns de fotografias e encontrarem-se com a vossa meninice, a vossa infância, as velhas fotos que retratam o que fomos.

E, porque não, atreverem-se a partilha-las connosco?

Desafio-vos a tal e para verem que o desafio não é só para os outros, deixo aqui alguns retratos da minha infância.

Não era um amor de menina?

Vá lá, não se envergonhem, pois acredito que deviam ser crianças lindas, amorosas e muito queridas.

Aos melhores modelos fotográficos, reserva-se uma surpresa e quem sabe um contrato milionário para uma revista da especialidade, ou para as melhores passerelles do mundo.

Atrevam-se!!!!

angelis

(no dia do meu baptizado, com 1 mês de idade)


(com 2 anos, na varanda de casa dos meus pais)


(com 2 anos, na praia da Aguda, em Espinho)


(com 2 anos, na marginal da minha cidade)

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