24 março 2008

"Ilhas..."


(foto de Fernando Almeida)

Às vezes somos ilhas isoladas da vida.
Somos gente que ri, chora, canta, labuta,
Ama e vive na corda bamba do circo da vida.
Palhaços, trapezistas, contorcionistas,
Malabaristas, tudo o que podemos e quisermos ser.
Actores, directores de nós mesmos,
Disfarçados para a dor não nos ver.
Máscaras agarradas à alma,
Sufocando-a, impedindo-a de viver e amar.
Quando seremos nós mesmos?
Quando deixaremos de representar no imenso palco da vida?
Às vezes somos ilhas isoladas dentro de nós mesmos.
Que fazer?
Perdermo-nos da vida?
Encontrarmos outras ilhas como nós?
Ás vezes somos, tão somente, gente anónima!!!

angelis

23 março 2008

E vão 4...

(imagem de Pedro Ferreira)

Tudo começou há 4 anos atrás...
Se alguém me dissesse, na altura, que iria criar um blog...diria que essa pessoa estaria louca.
Mas a verdade é que, aceitei o desafio e criei o Pé de Vento.

O aflores "meteu-me" o bichinho dos blogs no corpo...e o agostinho criou o logótipo e hoje, passados estes anos, o Pé de Vento ainda está por cá.

logótipo
Em tempo de mudanças profundas, continuo fiel ao principio que me levou a embarcar nesta aventura bloguista.

Por quanto tempo?

Não sei e também não interessa nada!!!

A todos que por aqui passam um abraço especial e não se esqueçam..."Ousem ser FELIZES"

PS: Uma curiosidade...este é o post 222 (e esta hein?)

06 março 2008

Dias difíceis



Aprenda a gerir as suas emoções em casa e no trabalho.

Se fosse feito um inquérito à escala mundial com a pergunta «qual é o dia mais difícil da semana?», a resposta mais votada seria «segunda-feira». É o dia que marca o regresso ao trabalho, ao trânsito urbano e às mil e uma coisas que temos para fazer, sempre em metade do tempo.
Pior do que uma segunda-feira, só mesmo a primeira segunda-feira depois das férias. Mas, essa, há muito que já lá vai. Contudo, não desespere. Vários especialistas na área da Psicologia enunciam estratégias para reorganizar a sua agenda e permitir que, daqui em diante, o seu dia-a-dia seja (quase) uma réplica das suas férias. Sem stress.
Chega ao trabalho e, como sempre, liga o computador. Antes de ver as dezenas de e-mails que terão chegado na sua ausência, reveja as suas fotografias das férias deste Verão, escolha a melhor foto e coloque-a como fundo de ecrã, para poder evadir-se de vez em quando, enquanto olha para ela.
De volta à realidade, encontra trabalho acumulado, a adrenalina habitual e uma ou outra reacção adversa de um colega, desesperado com o muito que ainda tem para fazer.
Respire fundo e não se deixe dominar pela pressão. Pense nos seus objectivos de trabalho e organize-os por prioridades, definindo prazos intermédios que a permitam controlar a evolução dos acontecimentos.
A tensão entre colegas de trabalho, uma das causas mais comuns de stress laboral, resulta muitas vezes de falhas de comunicação.
Fomente o espírito de equipa e o diálogo e, caso se sinta pressionada, aborde o assunto com a pessoa em causa. Não esqueça outra regra de ouro: fique à margem dos mexericos.

Tempos livres
Tem dado à sua vida pós-laboral o espaço que merece? A felicidade depende, em grande parte, do equilíbrio entre três elementos da vida (pessoal, profissional e afectiva) e nenhum deve ficar esquecido.
Concentrar toda a importância num deles apenas contribuirá para aumentar a insatisfação e níveis de stress. Por isso, aproveite o tempo que lhe resta, a cada dia, para contactar com amigos (uma chamada de telefone já é um bom começo), acompanhar as proezas dos seus filhos ou reunir- se com as pessoas de quem mais gosta.
Substitua a televisão por uma boa música ou livro e não adie mais a ida ao spa que tanto anseia. O seu nome também deve constar na lista de prioridades e está na sua mão colocá-lo em destaque.
Para tal, dispa o fato de super-mulher e crie uma boa rede de apoio, com a ajuda da sua família e parceiro, que lhe permita partilhar as duras missões diárias. E enquanto as próximas férias não chegam, vá treinando aos fins de semana, aproveitando-os ao máximo na companhia de quem mais gosta.

A dois
Uma última questão: Das 24 horas que compõem o dia quantas passa a namorar? Visto o tempo que está a dormir ao lado do seu parceiro não poder ser contabilizado, é possível que os momentos juntos não excedam um par de horas.
Se se identifica com este cenário, precisa de tomar medidas.
Segundo Pilar Varela, psicóloga e autora do livro Amor Puro y Duro, há estratégias simples que pode pôr em prática: expressar afecto diariamente (com um beijo de bons dias, carícias ou palavras), partilhar experiências, aspirações e tomar decisões em conjunto, numa conversa ao fim do dia e, semanalmente, marcar um encontro para sair, divertir-se e voltar apaixonar-se pelo seu companheiro.
Evite pôr a intimidade em segundo plano e quebre a rotina com pequenos gestos que garantam que no final da semana terá um episódio para recordar, para além dos imprevistos do trânsito.

Fora de horas
Aprenda a deixar o trabalho... no trabalho!
1. Prepare a agenda para o dia seguinte, definindo prioridades.
2. Organize a secretária antes de sair, mesmo que não tenha terminado todas as tarefas.
3. Não leve trabalho para casa. Por um lado, terá tendência para fazê-lo, por outro, sentir-se-á culpada se não tiver tempo.
4. Faça uma pausa entre o emprego e casa. Vá ao café com amigos, dê um passeio a pé, veja as montras ou tome um banho relaxante ao chegar a casa.
5. Mude de roupa ao fim do dia. Um estilo informal e confortável vai ajudá-la a desligar.
6. Se lhe ocorrer uma ideia ou questão relacionada com o trabalho tome nota rapidamente e não pense mais nisso. No dia seguinte tratará do assunto.

Texto: Manuela Vasconcelos
A responsabilidade editorial desta informação é da revista saber viver

(fonte mulher.sapo.pt)

Caminhos cansados…

(foto retirada da net) Será que podemos dizer que trilhamos caminhos cansados? Ou será que somos nós que estamos cansados dos caminhos que t...